Livro Primeiras Águas - Poesias

Este é o livro I da série Primeiras Águas.

Campanha Gravatá Eficiente

Fomentando uma nova plataforma de discussão.

A Liberdade das novas idéias começa aqui.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Congresso discute terceiro mandato de Lula


Até o fim do mês, a PEC que prevê o terceiro mandato do presidente Lula deve ser protocolada na Câmara.

SERÁ POSSÍVEL?

O medo de que a doença da ministra Dilma Rousseff a impeça de concorrer à sucessão presidencial em 2010 reacendeu entre a base aliada do governo a hipótese de um terceiro mandato para o presidente Lula. Uma proposta de emenda à Constituição (PEC), de autoria do deputado Jackson Barreto (PMDB-SE), que viabilizaria mais quatro anos de governo, teve 171 assinaturas.

O deputado afirma torcer pela melhora da ministra, que foi diagnosticada com um câncer linfático em estágio inicial, mas alega que os governistas devem, sim, pensar num terceiro mandato do presidente Lula. Até o final do mês ele pretende, com ainda mais assinaturas, protocolar a PEC na Câmara. Para valer nas eleições de 2010, a proposta precisa ser aprovada até setembro deste ano.

Cientistas políticos ouvidos pelo site ‘‘Último Segundo’’, porém, não concordam com a hipótese do terceiro mandato. João Paulo Peixoto, professor de Política e Administração Pública da Universidade de Brasília (UnB), se diz contrário a qualquer proposta deste sentido. Ele observa que mandatos sucessivos prejudicam a democracia. Além disso, segundo Peixoto, no caso do Brasil a alternância de poder após 24 anos da redemocratização seria interessante para o País.

Para o cientista político Bruno Lima Rocha, parlamentares que propõem estes projetos estão em busca de “protagonismo”. “É tão oportunista e golpista quanto foi a emenda que permitiu a reeleição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”, relembra.

Na contramão das demais lideranças partidárias, Sandro Mabel (PR-GO), líder do seu partido na Câmara, também propõe a aprovação de um projeto que viabilizaria mais alguns anos de Lula no poder. A proposta coincidiria as eleições majoritárias com as municipais e, assim, prorrogaria por mais dois anos o mandato de Lula, além dos governadores, senadores e deputados.

Questionados acerca da proposta de Mabel, porém, os líderes foram categóricos: a proposta é inviável. “O PT é radicalmente contra qualquer prorrogação de mandato. Isso é inconstitucional. Não tem cabimento um deputado prorrogar o seu próprio mandato”, argumentou o líder do PT, Cândido Vacarezza (SP). “Falar em prorrogação é um palavrão”, afirmou o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN).

O deputado Vitor Penido (MG), mesmo sendo filiado ao DEM, é um dos que endossam a ideia de Mabel. “É inegável que 80% da população estejam satisfeitos com Lula. Não sou eu que está dizendo, é o povo”.

A exemplo do deputado Jackson Barreto, os deputados Devanir Ribeiro (PT-SP) e Carlos Willian (PTC-MG) tentaram emplacar ideias para prorrogar o tempo do presidente Lula no governo. Devanir queria promover um plebiscito. Willian previa fim da reeleição e mandatos únicos de cinco anos. Ambas as propostas não foram levadas adiante. O deputado Henrique Fontana (RS), é um dos porta-vozes do presidente no Congresso sobre o assunto. Ele acredita que esta ideia deve ser pensada apenas em se tratando da continuidade do governo do PT, e não do presidente Lula em si.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

NO BRASIL, O CRIME COMPENSA.



Câmara aprova projeto que permite jovem infrator ter visita íntima e criar filhos na unidade de internação


Aos bandidos tudo, ao cidadão normal, a lei.



Este parece ser o princípio seguido pelos deputados brasileiros que se acostumaram a legislar em favor do crime organizado, seguindo diretrizes do desgoverno...


Prova disto são as recentes alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ontem foi aprovado por voto simbólico de suas excelências o projeto que padroniza a aplicação de medidas socioeducativas a menores infratores em todo o País cria regalias muito estranhas aos ditos “excluídos”.


Assim que o Senado homologar e o Lula sancionar, os menores infratores terão direito à visita íntima durante o regime de internação. A medida vale para os “menores” casados ou em união estável. Não bastasse tal aberração legal, os protetores dos infratores exageraram na dose, Deram direito de a mãe adolescente cuidar de bebês de até três anos na unidade de internação. O "lindo" projeto foi enviado em 2007 pelo Executivo e alterado por Rita Camata (PMDB-ES).


Rita alega que a proposta é ressocializar os jovens e permitir que eles tenham uma nova chance. Por isso, ela incluiu no projeto a obrigação de o menor e sua família receberem tratamento médico, para tratar de dependência química, por exemplo.


Para completar, os gestores públicos que não cumprirem com suas obrigações de oferecer condições de ressocialização dos menores poderão ser enquadrados na lei de improbidade administrativa.


Pelo projeto, os municípios ficarão encarregados de aplicar as medidas de penas alternativas. Os estados, pelos cuidados de internamento dos adolescentes em regime semi-aberto e fechado. E a União será responsável por traçar as diretrizes gerais e participar com suplementação de recursos.



Fonte: Edição de Quarta-feira do Alerta Total: http://www.alertatotal.net/



Por Jorge Serrão.



NO BRASIL, O CRIME COMPENSA E COMO COMPENSA!!!!!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

OEA REGOVA VETO A CUBA



A Organização dos Estados Americanos - OEA - revogou a medida de 1962 que suspendia a participação de Cuba de suas reuniões. A resolução abre caminho para o retorno do país ao organismo, mas deixa claro que o processo depende de Cuba, que não tem interesse.
A OEA anunciou ontem a revogação, por consenso, da medida de 1962 que suspendia a participação de Cuba nas reuniões do organismo por suas orientações marxistas, apagando do mapa uma das mais simbólicas medidas da Guerra Fria.
Na primeira grande negociação diplomática do governo do presidente Barack Obama com os países da América Latina, ocorrida na cidade de San Pedro Sula, em Honduras, a equipe diplomática dos EUA cedeu em resposta aos acenos de diálogo e mudanças na ilha.
A resolução aprovada pela Assembleia Geral da OEA abre caminho para a volta de Cuba ao sistema interamericano, mas uma cláusula deixa claro que "a participação do país será resultado de um processo de diálogo iniciado a pedido do governo de Cuba e em conformidade com as práticas, propósitos e princípios da OEA".
Por "princípios da OEA", diz a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, entenda-se: princípios democráticos.- Cuba pode voltar para a OEA no futuro se a OEA decidir que a sua participação atende aos propósitos e princípios da organização, incluindo democracia e direitos humanos.
Muitos países-membros procuravam levantar a suspensão de 1962 e queriam que Cuba voltasse imediatamente, sem condições. Outros concordavam conosco que a abordagem correta era trocar a suspensão, que já não atingia seus propósitos depois de quase meio século, por um processo de diálogo e uma decisão futura que garanta que o país se compromete com os valores da organização - disse Hillary.- A Guerra Fria acabou neste dia em San Pedro Sula - comemorou o presidente hondurenho, Manuel Zelaya.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também comemorou a decisão: - Foi um grande triunfo, sem dúvida, mas não é suficiente. É só o ponto de partida de uma nova era, porque a OEA está ali com seus mecanismos intactos, o imperialismo intacto.
Apesar de todo o otimismo sobre a histórica decisão, cabe a Cuba fazer o próximo movimento e pedir sua entrada na OEA. Algo que, a julgar pelas declarações do ex-presidente Fidel Castro, não vai acontecer. Horas antes da decisão, em artigo publicado na imprensa estatal intitulado "O cavalo de Tróia", Fidel acusou o organismo de ser "cúmplice dos crimes dos Estados Unidos" contra Cuba. "É ingênuo crer que as boas intenções do presidente dos EUA, Barack Obama, justifiquem a existência desta instituição", disse o líder cubano em seu artigo.
Já o diretor para Assuntos do Continente Americano do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Dan Restrepo, diz que Cuba "terá que engolir os anos que passou criticando a OEA e pedir para entrar no organismo":- Se e quando isso acontecer, o país terá um caminho a percorrer até que integre a organização, e isso significa obedecer aos princípios que regem hoje os 34 países-membros do continente, como a garantia de autodeterminação de seus povos, democracia, obediência aos princípios de não intervenção, desenvolvimento e segurança.
Foram dois dias de intensas e desorganizadas negociações, e muitos chanceleres, como a própria Hillary Clinton e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, sequer tiveram tempo de discursar, deixando o resultado final nas mãos de seus negociadores, que passaram o dia de ontem discutindo o texto final.A decisão da OEA provocou imediata reação no Congresso americano, especialmente entre os republicanos.
Um grupo de seis deputados (cinco republicanos) apresentou um projeto de lei em que propõem a suspensão das contribuições dos EUA à OEA (e que representam 60% do orçamento da instituição) caso Cuba seja readmitida sem reformas democráticas. "Em vez de deixar Cuba retornar ao organismo, a OEA deveria considerar a expulsão da Venezuela de Hugo Chávez também", disseram os congressistas.- Este é um dia triste para os defensores dos direitos humanos e civis, presos políticos e jornalistas independentes que lutam pacificamente por uma Cuba democrática - disse o senador americano Robert Menendez.


Gilberto Scofield Jr.

DEU EM O GLOBO

NOSSA FUTURA PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL




CONHEÇA UM POUCO DA IMPRESSIONANTE TRAJETÓRIA DA MULHER QUE QUER OCUPAR O EXECUTIVO NACIONAL
Biografia
Dilma é filha do advogado e empreendedor búlgaro naturalizado brasileiro Pedro Rousseff (em búlgaro Петър Русев, Pétar Russév) e da dona-de-casa Dilma Coimbra Silva. Tem um irmão, Igor.

Aos quinze anos de idade, Dilma trocou o conservador Colégio Sion, onde alunas falavam francês com professoras, pelo Colégio Estadual, escola pública mista onde se geravam contestações. De acordo com ela, foi nesta escola que ficou "bem subversiva" e que percebeu que o mundo não era para "debutante".

Graduou-se em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Obteve mestrado em Ciências Econômicas na área de Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutorado em Ciências Sociais na área de Teoria Monetária e Financeira, também pela mesma universidade.
Juventude da Dilma

Na década de 1960, durante o regime militar, Dilma Rousseff participou da luta armada, usando os codinomes de Estela, Luísa e Vanda, atuando em organizações clandestinas e terroristas de esquerda, como a Política Operária (POLOP), Vanguarda Popular Revolucionária e o Comando de Libertação Nacional (COLINA), segundo consta na sua ficha criminal na Polícia paulista, no DOI-CODI.

Dilma teria participado, na época, do roubo de um cofre pertencente ao ex-governador de São Paulo Ademar de Barros, em 18 de junho de 1969, na cidade do Rio de Janeiro, de onde foram subtraídos 2,6 milhões de dólares. Entretanto, Dilma negou sua participação no evento em uma entrevista concedida ao Programa do Jô. De acordo com ela, "essa história foi difundida, mas na época eu não participei nem planejei o assalto ao cofre do Ademar".

Posteriormente, esteve presa entre 1970 e 1973 nos órgãos públicos de repressão à luta armada e ao terrorismo, época em que diz ter sido torturada. Em dezembro de 2006, a Comissão Especial de Reparação da Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro aprovou um pedido de indenização por parte de Dilma e outras dezoito pessoas presas em dependências de órgãos policiais do governo estadual paulista na década de 1970.
Carreira política

Participou da reestruturação do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), vinculada ao grupo de Leonel Brizola. Após a perda da sigla para o grupo de Ivete Vargas, participou da fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Foi secretária de Minas e Energia durante o governo Alceu Collares no estado do Rio Grande do Sul, entre 1991 e 1995. Em 1998, o petista Olívio Dutra ganhou as eleições para o governo gaúcho com o apoio do PDT no segundo turno, e Dilma retornou à Secretaria de Minas e Energia. No final de 1999, o PDT deixou o governo de Olívio Dutra e exigiu de seus filiados a entrega dos cargos. Dilma saiu do PDT e filiou-se ao PT continuando no governo a exemplo do que também fizeram Emília Fernandes, Milton Zuanazzi e Sereno Chaise.

Dilma Rousseff integra o Governo Lula desde o seu início, em 1° de janeiro de 2003, como ministra de Minas e Energia. Trocou de cargo, passando a chefiar a Casa Civil em 21 de junho de 2005, no lugar de José Dirceu, que deixou o ministério por estar envolvido em acusações de corrupção no caso Mensalão. De acordo com o senador Pedro Simon (PMDB-RS), desde que Dilma assumiu o ministério, "a seriedade está se impondo" na Casa Civil.


Dossiê da Casa Civil

Em virtude do escândalo dos cartões corporativos, que eclodiu em janeiro de 2008, atingindo o governo federal e causando a demissão da ministra de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, a oposição entrou com um pedido para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigações mais aprofundadas.

Em 22 de março de 2008, uma reportagem publicada pela Revista Veja revelou que o Palácio do Planalto montou um dossiê que detalhava gastos da família de FHC. A matéria diz que os documentos estariam sendo usados para intimidar a oposição na CPI dos Cartões Corporativos.
A Casa Civil negou a existência de tal dossiê, apresentando no espaço de 15 dias três versões diferentes sobre o assunto, todas depois desmentidas pela imprensa. Em 28 de março, foi a vez do jornal Folha de S. Paulo publicar uma reportagem revelando que a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, deu a ordem para a organização do dossiê.
Em entrevista coletiva em 4 de abril, Dilma reconheceu a feitura do banco de dados, mas descartou a conotação política do mesmo. Disse que o vazamento de informações e papéis federais é crime e que uma comissão de inquérito interna iria apurar o fato. Em 7 de abril, a Polícia Federal (PF) decidiu investigar o caso.

Em 7 de maio, em audiência na Comissão de Infra-Estrutura do Senado Federal, respondeu questões relativas ao "dossiê".

Eu fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar falar a verdade para os torturadores, entrega os seus iguais. Eu me orgulho muito de ter mentido na tortura, senador.

— Em resposta ao senador José Agripino Maia (DEM/RN). O senador sugeriu que, por ter mentido no período em que esteve presa durante a ditadura, também poderia estar mentindo sobre o vazamento de dados que formaram o dossiê sobre os gastos de FHC.

As investigações da PF concluíram que o responsável pelo vazamento foi o funcionário da Casa Civil José Aparecido Nunes, subordinado de Erenice Guerra. Ele enviou passagens do dossiê para o assessor do senador Álvaro Dias, André Fernandes, confirmando que o dossiê existiu.


Caso Varig

Em junho de 2008, a ex-diretora da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) Denise Abreu afirmou em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", que a Casa Civil favoreceu a venda da VarigLog e da Varig ao fundo norte-americano Matlin Patterson e aos três sócios brasileiros.

Abreu, que deixou o cargo em agosto de 2007, sob acusações feitas durante a CPI do Apagão Aéreo, relatou que a ministra Dilma Rousseff e a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, a pressionaram a tomar decisões favoráveis à venda da VarigLog e da Varig.

Segundo ela, Dilma a desestimulou a pedir documentos que comprovassem a capacidade financeira dos três sócios (Marco Antônio Audi, Luiz Eduardo Gallo e Marcos Haftel) para comprar a empresa, já que a lei proíbe estrangeiros de possuir mais de 20% do capital das companhias aéreas.

A ministra não queria que eu exigisse os documentos. Dizia que era da alçada do Banco Central e da Receita e falou que era muito difícil fazer qualquer tipo de análise tentando estudar o Imposto de Renda porque era muito comum as pessoas sonegarem no Brasil.

— afirmou Abreu ao "Estado".

Dilma negou as acusações e Denise Abreu não apresentou nenhum documento ou prova que sustentasse suas acusações.


Programa de Aceleração de Crescimento


O encontro entre Barack Obama (Presidente dos Estados Unidos da América), Lula (Presidente do Brasil) e Dilma em março de 2009.
Foto:Ricardo Stuckert/PRDilma Rousseff é gerente do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), plano que visa ao crescimento econômico do Brasil.


Candidata às eleições de 2010

Em dezembro de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que jamais conversara com Dilma Rousseff sobre sua possível candidatura para as eleições presidenciais de 2010, dizendo ter apenas insinuado. Para Lula, Dilma é a "pessoa mais gabaritada" para sucedê-lo.

Apesar de pesquisas apontarem-na como pouco conhecida da população brasileira, Dilma já dá sinais de que está tentando ganhar popularidade mudando seu visual.


Vida pessoal


O primeiro marido de Rousseff foi o jornalista mineiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, que levou Dilma, então com vinte anos de idade, para a militância política.

No fim da década de 1970, já divorciada de Linhares, Dilma resolveu reconstruir sua vida no Rio Grande do Sul, rumando para Porto Alegre por causa do segundo marido, o ex-guerrilheiro e ex-deputado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo, com quem teve sua única filha, Paula. Preso em São Paulo, Araújo foi transferido para seu estado natal para completar a pena. Dilma deu aulas a presidiários para ver Araújo. Hoje estão divorciados.

Dilma é uma ávida leitora: já leu toda a obra de Fiódor Dostoiévski. Gosta de História e interessa-se por ópera. No início dos anos 90, ela se matriculou no curso de teatro grego do dramaturgo Ivo Bender. A mitologia grega tornou-se uma obsessão para Dilma, que, influenciada por Penélope, resolveu aprender a bordar.


fonte: wikipédia.com.br

quarta-feira, 3 de junho de 2009


MENSAGEM AOS PETISTAS CEGOS E SURDOS:


"O pior cego é aquele que não quer ouvir. Pois, desprezando o sábio ensinamento, por não poder discernir a realidade, o que lhe resta é tatear desorientado em meio as trevas".

O QUE É MARXISMO?



Karl Marx Friedrich Engels


Na matéria anterior, postei uma nota retirada do Jornal "A Folha" que cita uma frase da Ministra Dilma Vana Rousseff Linhares. A nota do editor da "Folha" declara que a Ministra "Dilma Rousseff é Marxista e que, portanto, adota o materialismo dialético e o materialismo histórico como visão de mundo."
Pois bem.
Será que o editor está errado com relação ao conceito de "Marxismo"? Será que o "Marxismo" não sugere ao homem - seja ele proletário, empresário, professor, presidente ou ministro - em suas correntes ideológicas, a visão Materialista Dialética e o Materialismo Histórico?
Vamos partir do Conceito:
Segundo o site de pesquisa wikipédia:
"O Marxismo é o conjunto de idéias filosóficas, econômicas, políticas e sociais elaboradas primariamente por Karl Marx e Friedrich Engels e desenvolvidas mais tarde por outros seguidores. Baseado na concepção materialista e dialética da História interpreta a vida social conforme a dinâmica da base produtiva das sociedades e das lutas de classes daí conseqüentes".
Nildo Viana, Professor da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Doutor em Sociologia pela UnB - Universidade de Brasília, em seu livro O QUE É MARXISMO, ele é esclarecedor:
"O marxismo é compreendido como um movimento intelectual e político que nasce com a obra de Karl Marx, mas que vai além de sua produção e que tem como característica fundamental ser expressão teórica do movimento operário e este, tal como já dizia o próprio Marx, ou é revolucionário ou é nada. Assim, ao invés de partir de idéias, indivíduos, discursos, dogmas, se parte da luta operária para se chegar a uma definição de marxismo, recuperando seu caráter crítico-revolucionário".
Caros Leitores, perguntamos:
Onde o Editor Jornal "A Folha" atropelou a compreensão e distorceu posicionamentos do que se entende por Marxismo?
Onde ele errou ao afirmar que a tal Ministra tem uma visão materialista do mundo?
Onde ele se enganou ao dizer que a citada Ministra (assim como muitos que estão no poder ditador que se instalou no Brasil) perdeu o teor Ideológico de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, além de vestirem a roupa de democráticos, mas que na verdade são simpatizantes de Adolf Hitler?
EU SOU DE ESQUERDA, POR IDEOLOGIA,
MAS NÃO SOU "MARIA VAI COM AS OUTRAS"!
EU ACREDITO NO COMUNISMO E NO SOCIALISMO PARA UM FUTURO DISTANTE DA HUMANIDADE ATUAL.
MAS NUNCA QUIS SER BODE ESPIATÓRIO, TAMPOUCO BUCHA DE CANHÃO!
EU FUI MILITANTE DO PT POR MAIS DE 10 ANOS, ADMIRO A ORIGEM IDEOLÓGICA DO PT,
MAS NÃO SOU CEGO GUIADO POR CEGOS.
EU SOU PROFESSOR DE GEOGRAFIA,
MAS NÃO QUERO TER O MESMO DESTINO DE MARCOS FREIRE, DE CHE GUEVARA...
EU QUERO É VIVER E MORRER ACREDITANDO NA POESIA LÍRICA DO MESTRE JESUS E NA VERDADE POÉTICA DO MUNDO DE DRUMMOND...
VAMOS VER E REVER O MUNDO QUE NOS CERCA DE FORMA HOLÍSTICA, AFINAL, OS BRUTOS, OS MARXISTAS (COMO A MINISTRA) TAMBÉM AMAM.

terça-feira, 2 de junho de 2009

PROMESSA


"Rezem para que eu tenha a saúde e a sabedoria necessárias para sempre servir o nosso povo" DILMA ROUSSEFF ministra da Casa Civil, em mensagem lida durante celebração de Pentecostes, em Recanto das Emas (cidade-satélite de Brasília), ontem na Folha.

Em tempo: currioso é o fato de que a ministra Dilma é marxista, o que significa dizer que adota o materialismo dialético e o materialismo histórico como visão de mundo.

Senado pagava auxílio-moradia a ministros




A tentativa de regularizar o pagamento de auxílio-moradia no Senado colocou em situação ilegal três ministros: mesmo depois de terem trocado o Senado pela Esplanada, Alfredo Nascimento (Transportes), Hélio Costa (Comunicações) e Edison Lobão (Minas e Energia) continuaram recebendo o benefício, o que é proibido.Até este mês, os três ministros receberam um total de R$ 345.800.
A direção do Senado mandou suspender os pagamentos a partir deste mês e estuda pedir o dinheiro de volta.Desde 2005 como ministro, Hélio Costa recebeu irregularmente R$ 178.600 de auxílio-moradia; Alfredo Nascimento, R$ 110.200, e Lobão, R$ 57.000. Lobão pediu a suspensão do pagamento em abril deste ano, segundo sua assessoria, após ter dúvidas sobre se poderia ou não receber o benefício.
Os três ministros informaram que não sabiam da ilegalidade nos pagamentos e avisam que devolverão o dinheiro se houver uma decisão do Senado neste sentido.O ato que regulamenta o auxílio-moradia foi revalidado na semana passada, após a Folha revelar que o mesmo havia sido revogado em dezembro de 2002.
Para evitar que todos os senadores tivessem que devolver o dinheiro recebido no período sem regra, o Senado revalidou o ato com efeito retroativo a 5 de dezembro de 2002.



Fonte A Folha de São Paulo- 2/6-09.

Propaganda enganosa

Editorial do jornal A Folha de São Paulo, 2/6/2009.

A PUBLICIDADE oficial, em todos os níveis da administração, não raro é empregada em benefício pessoal do ocupante do cargo. Sob a desculpa de prestar contas à população e divulgar iniciativas de interesse público, serve de ordinário ao propósito de lustrar a imagem do governante.Não é outra a razão para tais gastos aumentarem em período pré-eleitoral, como agora, a mais de um ano do próximo pleito.
O presidente Lula apenas dá continuidade à tradição. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) prevê gastar em 2009 R$ 155 milhões, 26% mais que o orçado para 2008.A fatia da Secom, porém, representa só 10,6% do gasto total com publicidade das administrações direta e indireta: a fatura toda foi de R$ 1 bilhão em 2008, dentro da média do governo Lula e próxima da observada nos cinco últimos anos de FHC (R$ 957 milhões, em valores corrigidos).
Na trilha do aumento segue também o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com dispêndio total de R$ 227 milhões (mais 44%) neste ano. O prefeito paulistano, Gilberto Kassab (DEM), que não se declara candidato em 2010, deu salto de 134%, para R$ 79 milhões.Lula inova, no entanto, ao pulverizar esse dispêndio posto sob controle direto do Planalto por iniciativa de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), mas que terminou por beneficiar seu sucessor (antes, campanhas de interesse da Presidência eram encomendadas a ministérios ou estatais).
Desde o primeiro ano do governo Lula, multiplicou-se por mais de dez o número de veículos regados com o maná presidencial: de 499 em 2003 a 5.297 em 2008.É mais que óbvio o poder de alavancagem eleitoral da distribuição entre veículos locais e regionais.
Quanto menor o órgão de imprensa e mais afastado dos mercados competitivos, tanto mais vulnerável à dependência de anúncios estatais.Pulverizar ou concentrar o gasto, por outro lado, constitui só uma estratégia.
O absurdo está na existência dessa verba para autopromoção. Enquanto o contribuinte não reagir, seu dinheiro continuará a ser desperdiçado para ludibriá-lo, ainda que a pretexto de esclarecê-lo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

FALTA DE RESPONSABILIDADE



“Dez na Área, um na Banheira e Ninguém no Gol”, a princípio um título inocente de um livro didático para alunos de nove anos da terceira série das escolas da rede pública do estado de São Paulo. Mas a publicação contém palavrões e teor sexual sem condições de serem abordados em sala de aula.



Mais uma vez a Secretaria Estadual de Educação do Estado de SP falha na escolha do seu material didático. Em março, alunos da sexta série receberam livros em que o Paraguai aparecia duas vezes no mapa.

Infelizmente, esses equívocos são prejudiciais à qualidade da educação e ocorrem em função da falta de método da Secretaria em elaborar o conteúdo didático. O que aconteceu com nossas crianças foi muito grave e lamentamos que a falta de diálogo, sobretudo com os professores, recaia sobre os conteúdos que devem ser trabalhados com os alunos.

A Secretaria da Educação de São Paulo errou por falta de informação. Muito provavelmente seus gestores desconheciam que nos 1,2 mil exemplares recolhidos às pressas, além de palavrões, também faziam alusão à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Sindicância, punição e recolhimento dos livros: tudo isso não funciona quando o fato já foi consumado. A melhoria da qualidade da educação pública é um dos nossos desafios. Todos sabem que a escola pública é a única esperança de acesso ao conhecimento e garantia de ensino de qualidade à formação adequada dos cidadãos, por isso é preciso muita responsabilidade na escolha dos métodos de aprendizagem que conduzam ao sucesso escolar dos alunos.

Queremos também denunciar o desrespeito da Secretaria de Educação do Estado de Santa Catarina à legislação nacional. Numa atitude autoritária, a Secretaria decidiu excluir os nomes dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores da Rede Pública Estadual de Educação (SINTE/SC) do Conselho Estadual de Acompanhamento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB).

Consideramos importante a participação de representantes sindicais na tarefa de fiscalizar a aplicação dos recursos destinados à educação. Para nós, a medida é mais um descaso do governo estadual com os trabalhadores em educação.

FONTE: CNTE

SER SEGUNDO LUGAR NEM SEMPRE É SER SEGUNDO PLANO



Susan Boyle (Blackburn, 1 de abril de 1961)[1] é uma cantora amadora escocesa que se tornou célebre por aparição em 11 de abril de 2009, no reality show Britain's Got Talent, transmitido pela rede de televisão britânica ITV.[2] Boyle debutou no programa cantando "I dreamed a dream" do musical Os Miseráveis na fase preliminar.



Antes de cantar, tanto os jurados quanto o público demonstraram desconfiança por sua aparência desleixada e comportamento inseguro. Em resposta, após a surpreendente apresentação ela foi ovacionada pelo auditório e atordoou os juízes. A audição ocorreu em janeiro de 2009 no Clyde Auditorium de Glasgow, Escócia.



O constraste de sua performance com a primeira impressão dada geraram repercussão global. Artigos sobre ela apareceram em jornais de todo o mundo, enquanto vídeos hospedados na internet com sua apresentação bateram recordes.



Um dos anfitriões do programa, Simon Cowell, planeja assinar contrato com a cantora amadora através do selo Sony Music. Além disso, ele também planeja fazer um filme sobre a história dela, sendo este, porém, mais focado no desejo dela de participar do Britain's Got Talent e, consequentemente, sua vitória no programa. A atriz Demi Moore estaria cotada para viver Susan

REPASSANDO....

O Bolsa-Mídia de Lula

SÃO PAULO - O jornalista Fernando Rodrigues deu uma grande contribuição ao conhecimento da máquina de propaganda do lulismo. A reportagem que publicou ontem na Folha mostra como, na atual gestão, o Planalto adotou uma política radical e sistemática de pulverização da verba publicitária destinada a promover o governo.
Em 2003, a Presidência anunciava em 499 veículos; em 2009, foram 2.597 os contemplados -um aumento de 961%. Discriminada por tipo de mídia, essa explosão capilarizada da propaganda oficial irrigou primeiro as rádios (270 em 2003, 2.597 em 2008), depois os jornais (de 179 para 1.273) e a seguir o que é catalogado como "outras mídias", entre elas a internet, com 1.046 beneficiadas em 2008.
O que isso quer dizer?
A língua oficial chama de regionalização da publicidade estatal e a vende como sinal de "democratização". Na prática, significa que o governo promove um arrastão e vai comprando a mídia de segundo e terceiro escalões como nunca antes neste país.Exagero? Eis o que diz Ricardo Barros (PP-PR), vice-líder do governo e membro da Frente Parlamentar de Mídia Regional: "Cerca de 50% das rádios e dos jornais do interior pertencem ao comunicador.
O dono faz o jornal ou o programa de rádio. Se recebe dinheiro, passa a ter mais simpatia e faz uma comunicação mais adequada ao governo. Há uma reciprocidade".Enquanto, na superfície, Lula trata de fazer a sua guerra retórica contra a "imprensa burguesa", que lhe dá azia, no subsolo do poder a engrenagem montada pelo ministro Franklin Martins se encarrega de alimentar a rede chapa-branca na base de verbas publicitárias.
É o Bolsa-Mídia do governo Lula. Essa mídia de cabresto que se consolidou no segundo mandato ajuda a entender e a difundir a popularidade do presidente. E talvez explique, no novo mundo virtual, o governismo subalterno de certos blogs que o lulismo pariu por aí."


( Extraído do jornal A Folha de São Paulo)

domingo, 31 de maio de 2009

A Justiça e o sistema de cotas



Embora tenham caráter liminar, as recentes decisões do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, que suspenderam o regime de cotas para negros, índios e estudantes de escolas públicas em universidades estaduais e federais, são mais um exemplo das tensões e confusões jurídicas que essa demagógica política de "ação afirmativa" e de "justiça compensatória" vem causando em todo o País.


No Rio de Janeiro, o recurso judicial foi impetrado por um deputado estadual, que questionou a constitucionalidade de uma lei, aprovada no ano passado pela Assembleia Legislativa, que estabelece cotas para deficientes físicos e para filhos de bombeiros, policiais civis e militares e inspetores de segurança e administração carcerária mortos em serviço ou incapacitados em razão de serviço.


Em 2002, a Assembleia fluminense já havia aprovado uma lei impondo as chamadas "cotas raciais e sociais" nas três universidades públicas estaduais. Ao fundamentar a concessão da liminar, o desembargador Walmir de Oliveira e Silva criticou a legislação fluminense sobre cotas, alegando que, além de ferir o princípio da igualdade consagrado pela Constituição de 88, ela não prevê critérios objetivos para avaliar o conhecimento dos candidatos cotistas. Não se trata de um fato isolado no Estado.


Só a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), que reserva 45% de suas vagas a alunos cotistas, responde anualmente a cerca de 400 processos judiciais, em média. Eles são impetrados por estudantes não cotistas que não conseguiram se matricular, apesar de terem obtido pontuação maior que a de cotistas aprovados nos vestibulares da instituição. Em 2006, um vestibulando de medicina obteve 91 pontos e não conseguiu ser aprovado - e um cotista ingressou no curso de relações públicas com apenas 50 pontos.


No TRF da 2ª Região, o recurso foi ajuizado por 15 estudantes que também obtiveram média para passar no vestibular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em 2007, mas não puderam se matricular, preteridos por cotistas. A instituição reserva 40% de suas vagas a alunos oriundos de escolas públicas e que tenham renda familiar mensal de até sete salários mínimos. Em seu voto, a relatora do processo, desembargadora Lúcia Lima, afirmou que as cotas comprometem o princípio do mérito no acesso ao ensino superior público.


Para ela, o mais adequado para se promover justiça social seria conceder bolsas de estudo para estudantes carentes ou pobres, em vez de prejudicar "estudantes que, por circunstâncias de vida, tiveram oportunidade de estudar em uma instituição de ensino particular". Na comunidade acadêmica e nos meios políticos, a reação às duas liminares foi a esperada.


A Procuradoria-Geral do Estado do Rio prometeu entrar com embargo de declaração, assim que a decisão dos desembargadores for publicada. A Assembleia Legislativa também prometeu recorrer, alegando que a lei por ela aprovada é constitucional. O ministro da Igualdade Social, Edson Santos, afirmou que o Órgão Especial do TJ-RJ teria agido com inusitada rapidez no caso. "Estranhei a celeridade na votação.


"Uma questão como essa, com impacto social tão grande, não pode ser decidida por liminar", disse ele. Por sua vez, as três universidades estaduais fluminenses alegam que a decisão do TJ-RJ exigirá alterações no vestibular programado para novembro. Como também já era esperado, a Ufes e as três universidades estaduais fluminenses agora têm de enfrentar tensões causadas pelo acirramento da discriminação racial.


Os alunos cotistas são malvistos pelos não cotistas, enquanto os estudantes beneficiados por liminares são criticados pelos cotistas. Esse é o tipo de problema que, tendo começado pela equivocada tentativa de democratizar o acesso ao ensino superior com base em critérios como etnia, cor da pele e origem socioeconômica - quando o mais sensato era combater o péssimo nível do ensino fundamental e do ensino médio -, pode levar ao segregacionismo e à eclosão do ódio racial num país que, apesar de suas iniquidades, sempre se caracterizou pela miscigenação e pelo convívio harmonioso de pessoas de todas as nacionalidades, cores e religiões.
FONTE: Jornal O Estado de São Paulo, 30-maio-09.

Injustiças da Língua Portuguesa

Publicado por Robson Pires - Em Notas - 31 jan 2009 - 21:29.

A Sociedade Feminina Brasileira se queixa do tratamento machista existente na gramática portuguesa, e com razão…

Vejam os exemplos:

Cão………….......... melhor amigo do homem.
Cadela.…………….. puta.
Vagabundo………..homem que não faz nada.
Vagabunda………..puta.
Touro……...........homem forte.
Vaca………………...puta.
Pistoleiro….......homem que mata pessoas.
Pistoleira………...puta.
Aventureiro…....homem que se arrisca, viajante, desbravador.
Aventureira……..puta.
Garoto de rua…..menino pobre, que vive na rua, um coitado.
Garota de rua…....puta.
Homem da vida……pessoa letrada pela sabedoria adquirida ao longo da vida.
Mulher da vida……puta.
O Galinha……….o ‘bonzão’, que traça todas.
A Galinha……….puta.
Tiozinho……....irmão mais novo do pai.
Tiazinha……….puta.
Feiticeiro……..conhecedor de alquimias.
Feiticeira……..puta.
Roberto Jefferson, Zé Dirceu, Maluf, Jader Barbalho, Eurico Miranda, Renan Calheiros, Lula, Delúbio…...políticos.
A mãe deles….putas.
E pra finalizar…

Puto……nervoso, irritado, bravo.
Puta……puta.

Depois de ler esta “fuleragem”:

Homem……vai sorrir.
Mulher…….vai ficar puta.

PERGUNTAR NÃO OFENDE. OU OFENDE?



*Por Lucivânio Jatobá

Pergunto aos caros leitores desse conceituado Blog de opinião:


EXISTE NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL algum artigo ou mesmo parágrafo apresentando proibições gerais e específicas aos brasileiros brancos, negros, mulatos, amarelos?
Existe no Brasil, OFICIALMENTE, algum organismo estatal, como na Alemanha Hitlerista, vetando o ingresso de brancos, negros, mulatos ou amarelo nas universidades e faculdades públicas e/ou privadas?

Se algum branco, negro, índio, mulato ou amarelo sofrer algum constrangimento público, alguma ofensa ou mesmo restrições, pela cor da pele, o infrator, por Lei, não será punido?
Há no país alguma instituição legal, oficial, pregando a discriminação racial? O que justifica, portanto, a existência desse "Ministério" da Igualdade Racial? Existem raças humanas?
Caros Leitores:
Os senhores(as) percebem...
Que estão criando o racismo no Brasil?
Que em pouco tempo teremos salas para negros, salas para brancos
filas para negros, filas para brancos?
Até onde esse governo vai chegar com essas políticas racistas?
*Professor da Universidade Federal de Pernambuco.

Audiência Pública Discute o Futuro do Sítio da Trindade

Repassando...
Já faz algum tempo que a Prefeitura do Recife vem ameaçando construir no terreno do Sítio da Trindade, em Casa Amarela. Acontece que ali, onde ficava o Arraial Velho do Bom Jesus e local de resistência dos pernambucanos aos holandeses, na década de 30, é proibido se erguer qualquer tipo de obra.
Pois, em 1974, a área foi tombada e hoje, é Área de Preservação Rigorosa, segundo Lei Federal, está classificado pelo Plano de Preservação dos Sítios Históricos, na categoria de Sítios Tombados, além de ser também uma Zona de Proteção Ambiental, se acordo com Lei Municipal. Mas, apesar de tudo isso, a Prefeitura quer construir ali uma Usina Multicultural.
Para debater sobre o assunto, realizei hoje pela manhã uma audiência pública, no plenarinho da Câmara. O encontro foi proveitoso e contou com as presenças do secretário secretário de Cultura do Recife, Renato L.; o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Frederico Neves; o representante do Conselho Estadual de Cultura, professor Geraldo Pereira; o representante do Instituto Arqueológico, Histórico, Geográfico de Pernambuco (IAHGP), professor José Luiz da Mota Menezes; a promotora cultural do Ministério Público de Pernambuco, Alda Virgínia, e o promotor do Ministério Público Federal, Fábio Santos. O plenarinho ficou lotado e, no final, as pessoas puderam participar fazendo perguntas e expondo suas opiniões.

Na opinião da procuradora do Ministério Público de Pernambuco, Alda Virgínia, o projeto é bom para a cultura, porém descaracteriza a área de preservação histórica, o que é proibido por lei. Já o representante do Conselho Estadual de Cultura, professor Geraldo Pereira, sugeriu que a Usina fosse transferida para a Fábrica da Macaxeira, que está fechada e abandonada há décadas, também em Casa Amarela.
O representante do IAHGP também é contra o projeto no Sítio da Trindade e compara: “Em países desenvolvidos, que têm um espaço como esse, o que importa é a história. Nós precisamos defender o espaço onde ocorreram os episódios da nossa história. Isso é a arqueologia da guerra e não pode ser modificado”.

Propaganda de Lula chega a 5.297 veículos


Lula fotografa jornalistas no Planatlo; publicidade do governo chega a 1.149 municípios


Com PT no Planalto, o número de meios de comunicação que recebem verbas de publicidade federal aumentou 961% Ao tomar posse, comerciais do petista atingiam 21 TVs e 270 rádios; no fim de 2008 já havia 297 TVs e 2.597 rádios veiculando anúncios oficiais .
(FERNANDO RODRIGUES DA SUCURSAL DE BRASÍLIA DA FOLHA DE SÃO PAULO)
Os comerciais do Palácio do Planalto atingiram no ano passado 5.297 veículos de comunicação no país. O número representa uma alta de 961% sobre os 499 meios que recebiam dinheiro para divulgar propaganda do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em 2003, quando o petista tomou posse.Esse padrão de pulverização na publicidade é incomum na iniciativa privada. Segundo dados do Ibope Monitor, a Fiat anunciou em 206 meios de comunicação diferentes no ano passado. O banco Itaú, em 176.
Trata-se de uma pesquisa por amostragem, mas mesmo com um desvio de 1.000% o número de veículos nos quais essas duas empresas anunciam não se aproximaria dos 5.297 escolhidos pelo governo federal. A regionalização da propaganda federal é parte de uma estratégia de marketing do governo. Presidente mais bem avaliado no atual ciclo democrático, Lula viu sua alta popularidade se consolidar numa curva quase paralela ao avanço da distribuição de seus comerciais pelo interior do país.
"O fato de ter ampliado a presença do presidente na mídia regional pode ter ajudado [a elevar a popularidade do governo]", admite Ottoni Fernandes, subchefe-executivo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, que está sob o comando do ministro-chefe da Secom, Franklin Martins. Mudança de estratégiaDiferentemente dos antecessores, Lula regionalizou radicalmente a distribuição de verbas de publicidade. Não houve um aumento expressivo no valor gasto, mas uma mudança de estratégia. Grandes veículos de alcance nacional passaram a receber um pouco menos. A diferença foi para pequenas rádios e jornais no interior.
O orçamento total consumido em mídia por Lula e pelo tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), seu antecessor, oscilou sempre na faixa de R$ 900 milhões a R$ 1,2 bilhão por ano -sem contar patrocínios e outros custos relacionados à produção de comerciais.No caso das verbas apenas para a Presidência, só há dados disponíveis a partir de 2003. Antes a propaganda presidencial era feita de maneira dispersa pelos vários organismos da estrutura federal. Lula gasta anualmente um pouco acima de R$ 100 milhões com comerciais idealizados pelas agências que servem ao Planalto.
A diferença em relação ao governo anterior é a distribuição das propagandas por muitos meios de comunicação de pequeno porte. Logo depois de tomar posse, os comerciais do petista atingiam, por exemplo, apenas 270 rádios e 21 TVs. No final do ano passado, já eram 2.597 emissoras de rádio e 297 TVs recebendo dinheiro do Planalto para divulgar mensagens da administração federal.Não se trata de publicidade de utilidade pública. Campanhas de vacinação ou sobre matrículas escolares continuam sendo executadas pelos ministérios.
A propaganda produzida pelo Planalto é sobre ações de interesse político-administrativo -como divulgar a lista de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) ou o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.Às vezes o governo também atua como animador da população. No final do ano passado, uma campanha nacional foi veiculada para que os brasileiros não interrompessem o consumo por receio dos efeitos da crise econômica internacional.
"O presidente Lula, se eu pudesse escolher, deveria ser o profissional de comunicação do ano. Ele reduziu, no gogó, a tensão da população, da classe C ascendente. O presidente é ótimo em comunicação integrada. A regionalização da mídia é uma parte. Já existia antes de a crise chegar e ajudou", diz Mauro Montorin, publicitário da agência 141, uma das responsáveis pela conta da Presidência da República.A capilaridade dos comerciais de Lula pode ser também mensurada pelo número de cidades brasileiras nas quais há propaganda do Palácio do Planalto. Em 2003, eram 182 municípios atingidos.
Agora, são 1.149 -uma alta de 531%."A mídia regional é mais ligada às comunidades e tem mais credibilidade localmente (...) Partimos para uma política de atender a mídia regional, com mais entrevistas do presidente. Há uma mania no Brasil de achar que a mídia é só em São Paulo e no Rio", diz Ottoni Fernandes, subchefe da Secom.A diretriz geral é dada pelo ministro Franklin Martins: "A imprensa regional está crescendo no Brasil. O objetivo do governo é se comunicar com a população e esses veículos do interior atingem uma parcela relevante da população".
Rádios e jornaisEm 2003, havia 5.772 rádios no Brasil, de acordo com o Ministério das Comunicações. Hoje, são 8.307 emissoras, incluindo as 3.685 chamadas "rádios comunitárias", cujo alcance do sinal é limitado.No meio jornal, quando Lula tomou posse, existiam 2.684 títulos no país, segundo a Associação Nacional de Jornais; em 2006, último dado disponível, já eram 3.076 veículos.Uma das razões para a iniciativa privada não anunciar na maioria desses veículos é a falta de mecanismos para auditar a penetração da mensagem e aferir a eficácia do comercial. Poucos jornais no país têm tiragem comprovada pelo IVC (Instituto Verificador de Circulação).
Essa entidade só inspeciona 118 dos mais de 3.000 títulos. O governo afirma exigir comprovação de impressão por parte do pequenos jornais antes de fazer o pagamento. No caso das rádios, diz Ottoni Fernandes, "há cadastro com todas as emissoras em cidades com mais de 50 mil habitantes", que precisam emitir faturas e dar alguma prova de veiculação do comercial. Essa é uma exigência do TCU (Tribunal de Contas da União), que foi consultado ao longo do processo de regionalização para aprovar os métodos do Planalto.
Fonte: jornal A Folha de São Paulo, 31 de maio de 2009.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Transformar a decepção em teimosia


Por Leonardo Boff*


Apesar das traições e fracassos, as bandeiras suscitadas pelo PT já há 25 anos devem ser sustentadas, defendidas e proclamadas. Não por serem do PT, mas porque valem por elas mesmas, por seu caráter humanitário, ético, libertador e universalista.


Não basta se indignar contra a corrupção política praticada pelos dirigentes do PT levantando suspeitas, a serem ainda claramente apuradas, de envolvimento de altos escalões do governo. Nem é suficiente a amarga decepção provocada na população, particularmente nos militantantes do PT que suspiram cabisbaixos: “nós que te amávamos tanto, PT”.


O que tem de ser suscitada agora é a esperança, pois esta é notoriamente a última que morre. Mas não qualquer esperança, esperança de bobos alegres que perderam as razões de estarem alegres na esperança. Mas a esperança crítica, aquela que renasce das duras lições aprendidas do fracasso, esperança capaz de inventar novas motivações para viver e lutar e que se consubstancia em novas atitudes face à realidade política e em consequência em novas iniciativas práticas.


Essa esperança só tem sustentabilidade e eficácia se primeiro identificar as causas dos equívocos, dos erros e das ofensas à ética que foram cometidas. A corrupção de setores importantes do PT é a culminância de um processo que precisa ser conscientizado e criticado, caso contrário, vai repetir e perpetuar o mesmo descalabro atual.


O PT foi antes de tudo um movimento nascido no meio dos oprimidos e de seus aliados: por um outro Brasil, de inclusão, de justiça social, de democracia participativa, de desenvolvimento social com distribuição de renda. Como movimento era antes de tudo carisma. Ao crescer, virou inevitavelmente uma organização partidária.


Como organização virou poder. Onde há poder há disputa de poder, hierarquização e mecanismos de inclusão e exclusão. Começa então a aparecer o demônio que habita todo poder e que, se não for continuamente vigiado, pode pôr tudo a perder. Com isso não queremos satanizar o poder, mas nos darmos conta de sua lógica. Ele é, em princípio, bom: a mediação necessária para a transformação e para a realização da justiça. Portanto, ele é da ordem dos meios. Mas quando vira fim em si mesmo, perverte e corrompe, porque sua lógica interna é essa: não se garante o poder senão buscando mais poder. E se o poder significa dinheiro, ganha formas de irracionalidade: os milhões e milhões se sucedem sem qualquer sentido de limite e de responsabilidade. Foi o que, entristecidos, constatamos.


Há um outro problema ligado à organização: se os dirigentes perdem contacto orgânico com a base, se alienam, se independizam e facilmente se tornam vítimas da lógica perversa do poder como fim em si mesmo. Poder chama poder, sob todas as suas formas. Surgem as alianças espúrias e os métodos escusos. A cupidez do poder produz a corrupção. Foi o que aconteceu lamentavemente com setores dirigentes do PT. Se estivessem ligados às bases, vendo os rostos sofridos do povo, suas lutas terríveis para sobreviver, sua vontade de lutar, de resisitr e de se libertar, seu sentido ético e espiritual da vida se sentiriam fortificados em suas opções e seriam continuamente reeducados por ele e assim se impediria que sucumbissem às tentações do poder corruptor. Mas a descolagem das bases os fez perder.


Agora para o PT se trata de fazer dos erros uma escola de humilde aprendizado. Para os militantes e demais brasileiros que abraçaram a causa do PT, o desafio consiste em transformar a decepção em teimosia.


A teimosia reside nisso: apesar das traições, fracassos e decepções, as bandeiras suscitadas pelo PT já há 25 anos devem ser teimosamente sustentadas, defendidas e proclamadas. Não por serem do PT, mas porque valem por elas mesmas, por caráter humanitário, ético, libertador e universalista que representam.


A bandeira é um sonho-esperança de um outro Brasil possível e diferente, não mais rompido de cima abaixo pela opulência escandalosa de uns poucos e a miséria gritante das grandes maiorias. Um Brasil da inclusão, com um projeto de nacão aberto à fase planetária de humanidade, um Brasil cujos governos pudessem, com a participação popular, realizar a utopia mínima de todos poderem comer três vezes ao dia, de irem ao médico quando precisassem, de enviarem suas crianças à escola, de trabalharem e com o salário garantirem uma vida minimamente digna e, quando aposentados, poderem enfrentar com desafogo os achaques da idade e poderem despedir-se agradecidos deste mundo e não maldizendo-o.


Os portadores desse sonho-esperança é grande maioria dos brasileiros, sobreviventes de uma grande tribulação histórica de submetimento, exploração e exclusão. Sempre os donos do poder organizaram o Estado e as políticas em função de seus interesses, deixando o povo à margem. Tiveram e ainda têm vergonha dele, tratado como zé-povinho, jeca-tatu, joão-ninguém, carvão para o processo produtivo. Mas ele, apesar desse espinhezamento, nunca perdeu sua auto-estima, sua capacidade de resistência, de sonho e de visão encantada do mundo. Conseguiu organizar-se em inumeráveis movimentos, criou uma Igreja da libertação, fundou seus partidos de cunho popular e o PT.


Essa utopia alimentou o PT histórico e ético. É retomar esta bandeira que vai refundá-lo, confiando mais na devoção que na ambição, mais na militância que na profissionalização que quer mais e mais dinheiro, severos com os marqueteiros maquiadores da realidade e dos candidatos e, por isso, farsantes. Foi esta bandeira que galvanizou as massas, que teve uma função civilizatória ao fazer que o pobre descobrisse as causas de sua probreza, se politizasse e se sentisse participante de um projeto de reinvenção do Brasil sem tantos empobrecidos e excluídos.


Porque é místico e religioso (o PT soube valorizar o capital de mobilização que possui esta dimensão?) o povo brasileiro tem um pacto com a esperança, com grandes sonhos e com a certeza de que se sente sempre acompanhado pelos bons espíritos e santos fortes a ponto de suspeitar que Deus seja brasileiro. É bebendo desta fonte popular que o PT pode se renovar e cumprir sua missão histórica de refundação de um outro Brasil.
Isso é o que deve ser. E o que deve ser tem força invencível.



* Leonardo Boff é teólogo.


Fonte: Ag. Carta Maior, 19/08/2005.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

PT que o pariu:




Luís Inácio que o povo desconhece em 11 capítulos

*Trechos retirados do livro Viagens com o Presidente

Capítulo 1

A euforia da campanha ainda contagia os primeiros meses de governo. Tudo é novidade, tanto para Lula como para a população. O presidente, ao lado de seguranças e assessores, segue para cumprimentar as pessoas que o aguardam atrás de uma cerca de arame farpado do aeroporto. Lula não quer nem saber. Sob um sol de rachar, abraça, beija, toca e se deixa tocar. Molhado de suor olha para o ajudante-de-ordem e lhe pede uma toalha – branca e felpuda peça obrigatória nas viagens presidenciais.
- Espere um pouco, presidente, vou buscá-la no avião – responde meio sem jeito o funcionário do Planalto, que sai em disparada pela pisa do aeroporto para cumprir a ordem do presidente.
Ainda ao lado da cerca, Lula não se contém com a cena. Em quanto observa a rapidez de um ajudante-de-ordem absolutamente fora de forma, o presidente cai na gargalhada e faz um comentário rápido e rasteiro a um de seus seguranças:
- Olha lá o bundão, olha lá. Olha o bundão correndo para pegar minha toalha.
Pág. 63


Capítulo 2

Lula se aproxima de seu assessor para assuntos internacionais, o professor universitário Marco Aurélio Garcia, e diz na maior descontração:
- Marco Aurélio, eu já mandei você tomar no cu hoje?
Pág. 71

Capítulo 3

No gabinete, no terceiro ano de governo, um embaixador apresentou a Lula três páginas com informações que poderiam ser usadas num discurso que o presidente faria a um chefe de Estado da Ásia.
- Presidente, se Vossa Excelência quiser, posso adensar mais dados aqui.
Lula fixou o olhar no diplomata e disparou:
- Pó, você acha que sou babaca de ler tudo isso? Resumo isso em três ou quatro coisas e chegando lá eu improviso o resto.
*(Artigo de Mirian Leitão sobre o assunto n’O Globo - pág.20 com o titulo: HOJE SE IMPROVISA)
Pág. 44
Capítulo 4

(Final de 2005, encontro do Mercosul) No meio do encontro, fechado à imprensa, Lula pede que auxiliares distribuam aos presentes uma cartilha preparada pelo Planalto sobre investimentos e projetos brasileiros para os países que integram a área de livre-comércio. O ajudante-de-ordem admite que esqueceu o material na bagagem da comitiva. Lula não explode de pronto. Segura a raiva e a extravasa no intervalo da reunião, quando presidente, ministros, diplomatas e assessores dividem a mesma sala para um rápido cafezinho.
- Cadê as cartilhas, porra? – esbraveja o presidente.
O ajudante tenta se desculpar, meio sem jeito. O presidente está uma fera, elevando o tom de voz na frente de todos. Vermelho de raiva, Lula grita ao mesmo funcionário:
- Como é que não trouxe as cartilhas? Seu incompetente.
Os demais presentes, entre goles de café e mordidas nos lanches argentinos, vêem o auxiliar sair em disparada para providenciar as tais cartilhas.
Pág. 62


Capítulo 5

(Lula) “Não tem muita paciência. Para ele, tudo tem que ser na hora. Costuma estressar-se com auxiliares a qualquer tropeço. Fica nervoso, por exemplo, se vai a algum lugar que não tenha um café expresso à disposição”. (texto dos autores do livro)
pág. 63

Capítulo 6

Comentário de Luís Inácio ao debochar de um repórter:
- Olha aquele repórter do comitê de imprensa. Não está entendendo nada. Ele nem saiu das fraldas ainda e já escreve para jornal grande. Como é que pode uma coisa dessas?
Pág. 142

Capítulo 7

(Num jantar oferecido por Sarney)

“-Pó, o Sarney é foda. Em vez de reunir todo mundo para tirar uma foto, fica nessa de um por um. Eu não posso nem tomar minha cachaça direito. Ainda bem que tenho essa moça para segurar meu copo”.
Lula, então, entrega o copo de uísque a uma segurança.
Pág. 161



Capítulo 8

Lula estava estressado com o avançar da crise. Em todas as viagens escolhia um assessor para descontar a raiva com gritos e cobranças. Era batata. Quando um auxiliar se afastava do presidente de cabeça baixa, os demais sabiam que aquele havia sido enquadrado pelo petista.

Capítulo 9

Ele sobe as escadas do veiculo sem dizer uma única palavra à imprensa. Lá dentro, porém, passa a infernizar a vida do assessor de imprensa escalado para acompanhá-lo naquela viagem.
“- Olha pra mim, porra. Eu estava tentando falar com você lá fora do ônibus, e você só olhando para a imprensa. Quando eu falar é pra olhar pra mim.” – esbraveja o presidente, que mais tarde age como se nada tivesse acontecido.
Pág. 217

Capítulo 10

Num dos raros momentos em que passou a bater papo com deputados e senadores, o presidente foi questionado, em tom de brincadeira, pela senadora Ana Júlia, do PT paraense:
- Presidente, diga para nós. O que existe de fato entre o senhor e o governador sergipano João Alves.
Lula responde:
- Eu sempre quis foder o João Alves. Já fiz aliança com todo mundo lá, com o Albano Franco, com o Almeida Lima. Eu faço aliança com qualquer um para foder o João Alves. Este eu quero foder de qualquer jeito.
Pág. 221

Capítulo 11

A eleição na Câmara entra pela madrugada. Lula não agüenta esperar e vai dormir. Na manhã seguinte, é informado por assessores da vitória do conterrâneo Severino Cavalcanti. Lula não explode no momento em que fica sabendo da derrota petista. Deixa para descontar toda a sua raiva alguns minutos depois, quando recebe das mãos de assessores o discurso que fará sobre o combate mundial à fome. Diante do ministro Celso Amorim e de auxiliares do Planalto e do Itamaraty, o presidente folheia rapidamente a papelada e a arremessa a metros de distância:
“-Enfiem no cu esse discurso, caralho. Não é isso que eu quero, porra. Eu não vou ler essa merda. Vai todo o mundo tomar no cu. Mudem isso, rápido”.
Pág. 249



O brasileiro que vê Luís Inácio – LULA – da silva como homem do povo, generoso, simpático e humilde precisa conhecer o sujeito rude, agressivo que sente prazer em humilhar quem trabalha para ele.

*Viagens com o Presidente foi escrito por Eduardo Scolese e Leonencio Nossa, dois repórteres que acompanharam nosso arrogante PRESIMENTIROSO durante um tempo.

Fico imaginando as humilhações que sofreram e os levaram a escrever este livro.

Este artigo é proibido aos menores de 21 anos.

O exemplo dado por nossos representantes políticos pode causar deficiências dos tipos moral, espiritual e até física. Além disso, não posso permitir que este veículo seja exemplo de divulgação de homens sem honra...

Por outro lado...

...É mais um desabafo de um brasileiro inconformado de sustentar quengas disfarçadas de homens públicos. Oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos. Não de idade, mas de vida pública.
ESTE, FOI O PT QUE PARIU!
fonte: A CASA DA MÃE JOANA - BLOG.