Livro Primeiras Águas - Poesias

Este é o livro I da série Primeiras Águas.

Campanha Gravatá Eficiente

Fomentando uma nova plataforma de discussão.

A Liberdade das novas idéias começa aqui.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Estamos vivendo uma crise sócio-política-cultural sem precedentes... que não vai demorar muito pro Brasil virar uma "Cuba Fidélis".

Portanto, para quem gosta de dizer o que pensa, de expressar suas opiniões e compartilhar ideologias via internet, é melhor começar a dar adeus a liberdade de expressão. O Senado quer criar leis que controlem (manipulem) as informações via web.
E ainda tem IDIOTAS (como diria Kimi Raikkonen) que engrossam a voz pro meu lado, na sua pose esquerdista, me acusando de fazer parte de um partido que defendeu a ditadura.

Tá chegando a hora do SILÊNCIO legitimado pela Democracia Brasileira.
Viva o Brasil dos IDIOTAS, OMISSOS e SEM CARÁTER!

domingo, 19 de maio de 2013

Cinco Maneiras de Hackear o Seu Cérebro e Ter Alucinações

O cérebro é um órgão fantástico e muito misterioso que ainda guarda segredos que a humanidade não conseguiu decifrar. É possível ficar maluco só de pensar que todos os nossos pensamentos e sensações não passam de descargas elétricas minúsculas que alguns cientistas tentam decodificar.

Mas a ciência tem avançado e, recentemente, muitos mitos sobre o cérebro acabaram caindo por terra. Além disso, é possível “hackear” esse órgão, explorá-lo de maneira consciente e saudável para que ele possa, por exemplo, ser turbinado. E como ninguém é de ferro, há também algumas brincadeiras que podem ser feitas para experimentar sensações estranhas, praticamente alucinógenas.

As experiências a seguir foram retiradas de uma imagem compartilhada pelo site Boston.com e, como as descrições estão em inglês, convém detalhá-las de maneira mais compreensível. Aqui na redação, algumas pessoas testaram o procedimento de Ganzfeld, mas não chegaram a ver cavalos galopando pelo céu, infelizmente. Se você testar alguns desses “hacks”, não se esqueça de deixar um comentário contando como foi.
 
1. O Experimento Ganzfeld

 
Bolinhas de ping pong e ruído branco causam alucinações.

Este é um procedimento muito curioso e utilizado, principalmente, em pesquisas parapsicológicas. Por isso, ele tem sido rebatido por céticos do mundo todo. Mas, independentemente de acreditar ou não em poderes psíquicos, parece comum a ideia de que não custa nada tentar. Afinal, tudo o que você precisa para realizá-lo é de um rádio, uma bola de ping pong cortada ao meio e um pouco de fita adesiva.

Antes de começar, ligue o rádio sem sintonizar estações, ou seja, deixe que ele emita o som de “fora do ar”, conhecido como ruído branco. Depois, deite-se em um sofá ou cama e use as metades das bolinhas de ping pong para cobrir seus olhos, fixando-as com a fita adesiva.

De acordo com a descrição do experimento, você deve sentir, dentro de alguns minutos relaxando nessas condições, uma desorientação sensorial pra lá de esquisita. Também são frequentes os relatos de alucinações, como cavalos correndo sobre as nuvens e até mesmo a voz de parentes que já faleceram.

Uma explicação para isso seria o fato de que a mente humana é “viciada” em sensações. Dessa forma, quando você se priva dessas sensações com a ajuda do rádio e da bolinha, o cérebro acaba inventando algumas.

 

2. Binóculo, O Novo Analgésico Do Mercado

 
Poderá o binóculo substituir o Paracetamol?

Recentemente, cientistas descobriram um novo analgésico. Curiosamente, ele não vem em forma de pílula ou comprimido, mas é produzido a partir de instrumentos ópticos. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Oxford, a dor pode aumentar ou diminuir de acordo com o seu ponto de vista. E estamos falando, aqui, de um ponto de vista literal.

O fato é que, ao machucar o dedo, por exemplo, você pode sentir um alívio na dor ao observá-lo com um binóculo invertido, que dá a sensação de afastar o dedo para longe. Porém, se você usar o binóculo na posição correta, poderá ter a dor ampliada. E não é apenas um efeito psicológico: de acordo com os médicos, o binóculo invertido também fez com que o dedo apresentasse um inchaço menor.

 

3. O caso da mão de borracha

 

O cérebro acaba considerando a mão falsa como real.

Revire a caixa de brinquedos ou de fantasias do Dia das Bruxas do ano passado e procure uma mão de borracha realista. Caso tenha encontrado, é hora de um experimento, no mínimo, agoniante.

Sente em frente a uma mesa e, a seguir, esconda o seu braço e mão dentro de uma caixa ou algo semelhante. Depois, posicione a mão de borracha à sua frente, de maneira com que ela pareça ser a mão verdadeira, do seu próprio corpo.

Depois, olhando fixamente para a mão de borracha, peça para que seu amigo toque, no mesmo local, a mão escondida e a que está em seu campo de visão. Depois de alguns minutos, você passará a achar que o membro falso faz parte do seu corpo. E para ter certeza disso, combine com o seu amigo, antes, para que, assim que ele sentir que o nível de realismo passou a ser alto, ele tente esmurrar a mão falsa ou bater nela com um martelo.

Automaticamente, você sentirá uma incontrolável vontade de tirar a mão do caminho. Apesar de falsa, o cérebro começa a achar que aquela é a mão verdadeira e que ela não deve ser machucada.

 
4. A Ilusão Do Pinóquio

 

E se o Pinóquio dissesse “meu nariz vai crescer agora”? Seria mentira ou verdade?

Todo mundo se lembra do Pinóquio, certo? O personagem principal do livro de Carlo Collodi possuía um problema grave: bastava mentir para que o seu nariz crescesse muito, denunciando que estava faltando com a verdade. Pois saiba que, contando uma pequena mentirinha para o nosso cérebro, também podemos ser Pinóquio por um período curto de tempo.

Para realizar esse experimento, basta posicionar duas cadeiras em fila, uma em frente à outra. Sente-se na cadeira de trás e coloque uma venda sobre seus olhos. Depois, peça para que uma segunda pessoa sente na cadeira da frente. Assim que estiverem prontas, a pessoa vendada deve tocar o próprio nariz e o nariz do amigo à frente, suavemente. Ao fazer isso por cerca de um minuto, muitos entrevistados alegaram que tiveram a sensação de que o nariz deles estava absurdamente longo.

 

5.  As luzes de Purkinje

 
Luz do Sol e movimento rápidos das mãos pode render alucinações.

Esta é moleza e, para realizar, você só precisa de um dia ensolarado. Feche os olhos e incline sua cabeça para encarar o Sol. Depois, mova a sua mão de um lado para o outro em frente aos seus olhos fechados. Dentro de alguns segundos, você deve começar a ver algumas imagens  que, com o passar do tempo, passam a ficar mais complexas e intrigantes.

Em laboratórios, cientistas adaptaram esse experimento com óculos que emitem luzes a uma frequência determinada e descobriram que o efeito é o mesmo de um curto-circuito no córtex visual do cérebro. Os efeitos alucinógenos são, mais uma vez, o órgão mais incrível do corpo humano tentando encontrar algum sentido e realidade nos estímulos que está recebendo. Bacana, não?

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Há um descompasso entre o que é ensinado nas escolas e a realidade dos adolescentes.



A coordenadora do Programa de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Maria de Salete Silva, avalia que há, no país, um descompasso entre o que é ensinado nas escolas e a realidade dos adolescentes. Para ela, isso explica o elevado índice de evasão escolar entre jovens.

"Por que você mata aula?", perguntou a coordenadora a um adolescente que não queria frequentar a escola. O jovem respondeu: "Eu não mato aula, a escola que me mata". "Que menino de 16 anos vai querer estudar em uma turma com meninos de 12? O que temos que fazer é garantir que ele percorra esse fluxo aprendendo", defende Salete.

De acordo com ela, há uma "desvinculação da escola com o projeto de vida do estudante". "Não se trata propriamente de desinteresse, mas a vida coloca questões que não estão envolvidas com a escola". Segundo Salete, para enfrentar esse desafio, as instituições de ensino devem trabalhar para a "construção da história de vida" e não apenas mandar estudantes para a universidade ou o mercado de trabalho.

Divulgada no 14º Fórum de Dirigentes Municipais de Educação da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a publicação Fora da Escola Não Pode! - O Desafio da Exclusão Escolar indica que, entre os adolescentes que abandonam os estudos, a fase mais crítica ocorre a partir dos 15 anos de idade.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011, com 6 anos, 95,4% das crianças brasileiras frequentavam a escola. Com 12 anos, a proporção de meninos e meninas que concluíram os anos iniciais do ensino fundamental no Brasil era 76,2%. A porcentagem diminui com o aumento da idade: 62,7% dos adolescentes com 16 anos concluíram o ensino fundamental. Entre os jovens de 19 anos, apenas 48,7% terminaram o ensino médio.

O Censo 2010 mostra que o percentual de jovens de 18 a 24 anos que não concluíram o ensino médio e que não estudavam chegava a 36,5%. Mais da metade (52,9%) abandonaram os estudos sem completar o ensino fundamental.

Outra questão levantada no estudo é a formação dos professores. Na educação infantil, 43,1% dos docentes não têm curso superior. Nos anos iniciais do ensino fundamental, o percentual é 31,8% e, nos anos finais, 15,8%. No ensino médio, o índice cai para 5,9%. "A qualificação dos professores é uma grande barreira para garantir a oferta de uma educação de qualidade aos estudantes brasileiros", diz a publicação.

Entre grupos específicos, o estudo aponta que as crianças e os adolescentes mais atingidos pela exclusão escolar são aqueles que moram em áreas rurais, os negros, os índios, os pobres, os que estão sob risco de violência e exploração e os com deficiência. Isso indica, de acordo com a publicação, que "as desigualdades ainda existentes na sociedade brasileira impactam diretamente o sistema educacional do país".

"É preciso desafiar os dirigentes a trabalharem junto com as políticas públicas, tem muitas que podem ajudar. Tem que formar professor e escola", diz Salete.

O 14º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação da Undime vai até sexta-feira, 17, em Costa do Sauípe (BA). O encontro é o primeiro depois das eleições municipais de 2012. Ao todo foram feitas mais de mil inscrições de secretários de Educação, técnicos e educadores de todo o país.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Pesquisador afirma que estrutura das escolas adoece professores

 


"O ambiente escolar me dá fobia, taquicardia, ânsia de vômito. Até os enfeites das paredes me dão nervoso. E eu era a pessoa que mais gostava de enfeitar a escola. Cheguei a um ponto que não conseguia ajudar nem a minha filha ou ficar sozinha com ela. Eu não conseguia me sentir responsável por nenhuma criança. E eu sempre tive muita paciência, mas me esgotei."

O relato é da professora Luciana Damasceno Gonçalves, de 39 anos. Pedagoga, especialista em psicopedagogia há 15 anos, Luciana é um exemplo entre milhares de professores que, todos os dias e há anos, se afastam das salas de aula e desistem da profissão por terem adoecido em suas rotinas.

Para o pesquisador Danilo Ferreira de Camargo, o adoecimento desses profissionais mostra o quanto o cotidiano de professores e alunos nos colégios é "insuportável". "Eles revelam, mesmo que de forma oblíqua e trágica, o contraste entre as abstrações de nossas utopias pedagógicas e a prática muitas vezes intolerável do cotidiano escolar", afirma.

O tema foi estudado pelo historiador por quatro anos, durante mestrado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Na dissertação O abolicionismo escolar: reflexões a partir do adoecimento e da deserção dos professores, Camargo analisou mais de 60 trabalhos acadêmicos que tratavam do adoecimento de professores.

Camargo percebeu que a "epidemia" de doenças ocupacionais dos docentes foi estudada sempre sob o ponto de vista médico. "Tentei mapear o problema do adoecimento e da deserção dos professores não pela via da vitimização, mas pela forma como esses problemas estão ligados à forma naturalizada e invariável da forma escolar na modernidade", diz.

Luciana começou a adoecer em 2007 e está há dois anos afastada. Espera não ser colocada de volta em um colégio. "Tenho um laudo dizendo que eu não conseguiria mais trabalhar em escola. Eu não sei o que vão fazer comigo. Mas, como essa não é uma doença visível, sou discriminada", conta. A professora critica a falta de apoio para os docentes nas escolas.

"Me sentia remando contra a maré. Eu gostava do que fazia, era boa profissional, mas não conseguia mudar o que estava errado. A escola ficou ultrapassada, não atrai os alunos. Eles só estão lá por obrigação e os pais delegam todas as responsabilidades de educar os filhos à escola. Tudo isso me angustiava muito", diz.


Viver sem escola: é possível?

Orientado pelo professor Julio Roberto Groppa Aquino, com base nas análises de Michel Foucault sobre as instituições disciplinares e os jogos de poder e resistência, Camargo questiona a existência das escolas como instituição inabalável. A discussão proposta por ele trata de um novo olhar sobre a educação, um conceito chamado abolicionismo escolar.

"Criticamos quase tudo na escola (alunos, professores, conteúdos, gestores, políticos) e, ao mesmo tempo, desejamos mais escolas, mais professores, mais alunos, mais conteúdos e disciplinas. Nenhuma reforma modificou a rotina do cotidiano escolar: todos os dias, uma legião de crianças é confinada por algumas (ou muitas) horas em salas de aula sob a supervisão de um professor para que possam ocupar o tempo e aprender alguma coisa, pouco importa a variação moral dos conteúdos e das estratégias didático-metodológicas de ensino", pondera.
Ele ressalta que essa "não é mais uma agenda política para trazer salvação definitiva" aos problemas escolares. É uma crítica às inúmeras tentativas de reformular a escola, mantendo-a da mesma forma. "A minha questão é outra: será possível não mais tentar resolver os problemas da escola, mas compreender a existência da escola como um grave problema político?", provoca.
Na opinião do pesquisador, "as mazelas da escola são rentáveis e parecem se proliferar na mesma medida em que proliferam diagnósticos e prognósticos para uma possível cura".

 

Problemas partilhados

Suzimeri Almeida da Silva, 44 anos, se tornou professora de Ciências e Biologia em 1990. Em 2011, no entanto, chegou ao seu limite. Hoje, conseguiu ser realocada em um laboratório de ciências. "Se eu for obrigada a voltar para uma sala de aula, não vou dar conta. Não tenho mais estrutura psiquiátrica para isso", conta a carioca.

Ela concorda que a estrutura escolar adoece os profissionais. Além das doenças físicas – ela desenvolveu rinite alérgica por causa do giz e inúmeros calos nas cordas vocais –, Suzimeri diz que o ambiente provoca doenças psicológicas. Ela, que cuida de uma depressão, também reclama da falta de apoio das famílias e dos gestores aos professores.

"O professor é culpado de tudo, não é valorizado. Muitas crianças chegam cheias de problemas emocionais, sociais. Você vê tudo errado, quer ajudar, mas não consegue. Eu pensava: eu não sou psicóloga, não sou assistente social. O que eu estou fazendo aqui?", lamenta.

(IG Educação)

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Selic menor permite gasto maior em educação, diz Mercadante.

O ministro aproveitou o encontro com empresários para defender novamente a utilização dos royalties de petróleo em investimento em educação.

 
Segundo o ministro, a redução dos juros permitiu diminuir o endividamento do Estado, o que dá fôlego para realização de investimentos. "A educação é subfinanciada", afirmou.
 

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que o aumento da participação dos gastos com educação no Produto Interno Bruto (PIB) e dos investimentos no setor tem sido facilitado pela queda da taxa básica de juros, a Selic.

"Isso tem sido possível também pela baixa na taxa Selic", disse ele, ao participar nesta segunda-feira (8) de evento promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) em São Paulo. Mercadante afirmou que o setor de educação representa 5,3% do investimento direto no País e 6,1% do investimento total.

Segundo o ministro, a redução dos juros permitiu diminuir o endividamento do Estado, o que dá fôlego para realização de investimentos. "A educação é subfinanciada", afirmou. "Estamos longe de pagar bons salários aos professores e precisamos de escola em tempo integral."

O ministro aproveitou o encontro com empresários para defender novamente a utilização dos royalties de petróleo em investimento em educação. "O foco do petróleo tem de ser a educação", afirmou.

"No que os empresários mais poderiam ajudar? No estímulo à formação de professores", disse o ministro à plateia.


Poluição atmosférica prejudica crescimento de corais

Queima de carvão e erupções vulcânicas lançam partículas no ar que alteram a incidência de luz solar, diz estudo.


 

No complexo ecossistema dos oceanos, cerca de 25% de todas as espécies marinhas dependem dos recifes de coral, que são usados como alimento e abrigo de pequenos animais, peixes e algas. Um estudo da Universidade de Exeter, do Reino Unido, mostra que esses organismos cruciais estão em risco não só pela poluição das águas ou do aquecimento global, mas principalmente pelas partículas lançadas na atmosfera, que afetam a quantidade de luz solar necessária para os corais crescerem.

A queima de carvão por termoelétricas e as erupções vulcânicas jogam na atmosfera toneladas de finas partículas de poeira e carbono, que fazem sombra para a luz solar que alcança os corais. Sem a luz suficiente, as águas esfriam e a fotossíntese dos corais é menor. Essa foi a relação encontrada pelo time de cientistas e ecologistas depois de analisar dados de navios, sensores marinhos e aplicar modelos matemáticos e estatísticos.

O PhD em matemática Lester Kwiatkowski, que participou do estudo, ressaltou que, até então, acreditava-se que apenas a mudança do clima e a acidificação dos oceanos eram os principais fatores no atraso de crescimento dos corais. "Mas nosso estudo é o primeiro a mostrar a relação clara entre o crescimento de corais e a concentração de partículas de poluição na atmosfera".

Os pesquisadores esperam que o estudo ajude na melhor compreensão da responsabilidade da indústria e da matriz energética na qualidade da vida marinha.

Por Redação Galileu
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI335300-17770,00-POLUICAO+ATMOSFERICA+PREJUDICA+CRESCIMENTO+DE+CORAIS.html

Algumas razões para se deprimir

Por: Luiz Felipe Pondé*

Os neandertais contra a publicidade infantil concordariam com uma ideia boba como essa

Diante da questão de Hamlet, "ser ou não ser, eis a questão", a resposta talvez seja "não ser". Deprimir-se ou resistir?

Dias assim, melhor dormir. Mas, como a vida continua, insistimos. Um tratado de "Crítica da Razão Deprimida" deveria começar pela descrença na democracia.

Como crer na democracia quando sabemos que a popularidade de nossa presidente é alta? Se o pastor Feliciano não tem o perfil para o cargo, tampouco ela o tem. Lembramos então do que dizia o líder inglês durante a Segunda Guerra, Winston Churchill: "Quando falo com os eleitores, duvido da democracia".

Por quê? Como "o povo" pode continuar crendo na economia quando ela já dá sinais de queda há algum tempo?

Claro, quem entre aqueles que vivem graças a bolsas famílias pode entender que uma mentalidade entre o varguismo e o comunismo (como a da nossa presidente e a do restante do PT, que continua na sua marcha para transformar o país num país comunista) não pode fazer nada pela economia do país? E, mais, que, se a economia vai para o saco, as bolsas também vão?

Claro, o problema é que na democracia dependemos da maioria, e esta é quase sempre estúpida. Sei que muitos não concordam com essa ideia e, mais do que isso, entendem que há algo de "sagrado" na sabedoria do povo.

Mas, sei também que quem afirma isso, conhecendo um pouco de história, o faz por má-fé, ou simplesmente, por mais má-fé ainda. Temo que esteja sendo redundante, mas a redundância é uma vantagem evolutiva em meio às obviedades contemporâneas.

Outra coisa que me faz suspeitar de que os deprimidos têm razão me ocorre quando ouvimos gente supostamente inteligente falar coisas como "a comunidade internacional decidiu X". O que vem a ser isso mesmo? Onde ela se encontra? Na ONU? Esta estatal internacional mais corrupta do que a república da banana? A ONU é uma mistura de circo com mensalão. Um cabide de emprego para países de Terceiro Mundo.

Como crer em quem crê numa "comunidade internacional"? A "comunidade internacional" só funciona quando tem interesses comerciais em jogo. E olhe lá.

Qualquer decisão da "comunidade internacional" no âmbito moral (como, por exemplo, a partir de hoje estão proibidas a fome, a tortura, a violência contra os mais fracos) é tão séria quanto a declaração de que Papai Noel deve existir porque, do contrário, estamos indo contra o direito à fantasia infantil.

Imagino que os Neandertais que são contrários à publicidade infantil concordariam com uma ideia boba como essa.

Mas, é claro, toda vez que alguém diz acreditar na "comunidade internacional" não o faz por ingenuidade, mas, sim, porque este alguém ganha algo com isso, mesmo que seja apenas fama de bonzinho.

E a decisão britânica de criar um órgão do governo para censurar a mídia? Claro, dirão os mesmos que acreditam na "comunidade internacional" que a mídia deve ser "impedida" de circular ideias preconceituosas e ideologicamente perversas.

O caso britânico -resultado da baixaria de alguns "funcionários excessivos" determinados de um jornal específico- não justifica a criação deste órgão fascista para controlar a mídia.

Deduzir a necessidade de controle da mídia do fato de alguns jornalistas terem colocado escutas na vida de cidadãos é como decidir colocar câmeras em todas as salas de aula porque existe risco de abusos por parte de professores e alunos.

O grande erro histórico foi não perceber que a vocação fascista não era um traço só de Mussolini e Hitler, mas sim de todas as propostas de que a política e a educação sejam irmãs gêmeas, ou, dito de outra forma, de que a "política deva fazer moral".

Esta ideia é típica da tradição política contemporânea baseada na premissa de que a política deve "construir um homem melhor". Neste sentido, a esquerda é absolutamente fascista e, como ela venceu na cultura, na educação e nas ciências humanas como um todo, não há esperanças.

É impressionante como "os bonzinhos" de uns dias para cá foram tomados por um amor meloso pelas suas empregadas domésticas. Seria isso uma forma de atestar pureza racial (desculpe, moral) para a burocracia fascista de nossos dias?
 

* Luiz Felipe Pondé (1959) é um filósofo e ensaísta brasileiro. O seu livro “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia” (2012) é um dos mais vendidos, segundo a lista da Revista Veja.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

VOLTA, TREM. VOLTA!


Numa época em que se fala da volta do trem de passageiros, vale relembrar: A foto, de 1954, mostra a chegada do primeiro trem de passageiros em Maringá. Olha o povão…

 

O transporte ferroviário regional de passageiros também pode voltar aos trilhos. A privatização da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), na década de 1990, praticamente extinguiu essa modalidade, concentrando os negócios na condução de cargas.

Atualmente, apenas 855 quilômetros dos 28 mil quilômetros da malha existente são destinados ao turismo, como as linhas que ligam São João Del Rei a Tiradentes e Ouro Preto a Marinana, ambos em Minas Gerais, Curitiba a Paranaguá, no Paraná, e o bondinho do Corcovado, no Rio de Janeiro. Por elas passaram 2,3 milhões de pessoas em 2011.

Especialistas indicam que atualmente os trens regionais em todo o país levam cerca de 5 milhões de pessoas por ano. Na década de 1960, auge do setor, 100 milhões de viajantes se deslocavam por esse meio.

Para intensificar esse modal, o diretor de Planejamento do Ministério dos Transportes, Francisco Costa, diz que o órgão identificou, em um levantamento feito em 2002, 64 projetos com potencial para a implementação de trajetos de até 200 quilômetros em cidades com mais de 100 mil habitantes.

Dos projetos identificados, 16 foram selecionados e nove estão com seus estudos em curso, entre eles os trechos: Londrina-Maringá (PR); Bento Gonçalves-Caxias do Sul (RS) e Belo Horizonte-Ouro Preto/Conselheiro Lafaiete, incluindo Sete Lagoas, Divinópolis e Brumadinho (MG).

Outros quatro devem ser finalizados neste mês ou até abril: Pelotas-Rio Grande (RS), Salvador-Conceição da Feira-Alagoinhas (BA); Codó-Teresina-Altos (MA-PI) e São Luís-Itapecurú-Mirim (MA).

Os dados existentes são antigos e hoje o cenário mudou, afirma Francisco Costa. Por isso, “pretendemos fazer licitação para contratar estudo mais abrangente, utilizando técnicas modernas para estabelecer o potencial do trem regional de forma ampla”, afirma o diretor. Para ele, o trem regional tem que ser encarado como mais um elo do transporte.

No Centro-Oeste, por exemplo, dois dos cinco trechos considerados viáveis terão seus estudos de viabilidade executados este ano. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pretende licitar projeto para os ramais de Brasília a Goiânia e de Brasília a Luziânia. A expectativa é que os contratos sejam assinados até março.

 
Mobilidade urbana

Os projetos de trens regionais estão aguçando o apetite da indústria que aposta na retomada do crescimento em 2013, já que, no ano passado, o faturamento do setor “andou de lado”, passando de R$ 4,2 bilhões em 2011 para R$ 4,3 bilhões em 2012, conforme estimativas da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer).

“Há oportunidades também nos projetos de mobilidade urbana nas capitais em que serão realizados os jogos da Copa do Mundo de 2014”, avalia o presidente da Abifer, Vicente Abate.

Uma das vantagens do transporte ferroviário regional e urbano é a durabilidade. “Ele pode ser mais caro no início, mas a manutenção é mais barata porque é diluída com o tempo. Veja o metrô de São Paulo. Os primeiros carros estão sendo reformados agora, quase 40 anos depois”, destaca Abate.

No caso dos trens elétricos e metrô, há fatores ainda mais positivos como o baixo índice de emissões de CO² e o fato de tirar centenas de ônibus das ruas, desafogando o trânsito.

Fonte: Correio Braziliense

 
 
 
 
Governo quer a volta dos trens de passageiros

Pacote prevê que 10 mil quilômetros serão concedidos à iniciativa privada; viagens chegarão a 90 quilômetros por hora, diz ministro.

 
19 de agosto de 2012 | 3h 09

O governo quer "ressuscitar" o transporte de passageiros em trens. Os 10 mil quilômetros de ferrovias que serão concedidos à iniciativa privada e que estarão prontos em meados de 2018, se tudo correr como o planejado, poderão oferecer o serviço. "O governo vai estimular isso e, se não o fizer, a sociedade cobrará", disse o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, no lançamento do pacote de concessões.

A oferta de viagens ferroviárias dependerá apenas de haver interesse por parte de alguma empresa para operar linhas regulares de passageiros, segundo explicou ao Estado o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. Ele acredita que a tendência é que isso ocorra em trechos mais densamente povoados, como é o caso, por exemplo, da linha que ligará o Rio de Janeiro a Vitória (ES), passando por Campos (RJ).

Estudos mostram que o transporte de passageiros em trens só é financeiramente viável em distâncias curtas que passem por áreas urbanizadas. O foco das concessões ferroviárias anunciado pelo governo é o transporte de carga e o próprio traçado das linhas deixa isso claro: elas saem de áreas de produção de grãos e minérios e chegam aos portos. O transporte de pessoas seria algo secundário.

Porém, o governo acredita que haverá interesse, porque haverá um serviço melhor do que o atual a oferecer. As linhas férreas em operação no País, antigas e com traçados com muitas curvas e rampas, permitem às composições trafegar a velocidades próximas a 30 ou 40 quilômetros por hora. "Quem vai querer viajar assim, se pode ir num ônibus confortável a 90 quilômetros por hora?", comentou Passos.

Mais rápido. As novas linhas que serão construídas, de bitola larga e traçado mais moderno, permitirão viagens a velocidades de 80 a 120 quilômetros por hora. Portanto, elas poderão ser opções competitivas do ponto de vista comercial.

Pelo modelo anunciado pelo governo, serão leiloadas concessões para consórcios interessados em construir, manter e administrar as linhas férreas. Toda a capacidade de transporte de carga será comprada pela estatal Valec que, por sua vez, leiloará as autorizações de uso aos operadores interessados.

Assim, para que haja trens de passageiros, será necessário que alguma empresa se interesse pela linha e compre da Valec as cotas para operar o serviço. Além da ligação entre o Rio e Vitória citada pelo ministro, haverá, por exemplo, uma linha ligando Salvador (BA) a Recife (PE), passando por Aracaju (SE) e Maceió (AL).

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,governo-quer-a-volta-dos-trens-de-passageiros--,918637,0.htm

domingo, 24 de março de 2013

O ÓCIO CRIATIVO

O homem que trabalha perde tempo precioso!

Porque a maioria das pessoas não consegue melhorar o nível de vida com sua profissão? E por que não são felizes com aquilo que fazem profissionalmente?

A resposta pode estar na forma pelo qual a maioria empresas e pessoas são gerenciadas, isto é, por um modelo de negócio do início do século 20, na qual as pessoas não se sentem à vontade. As pessoas precisam de um novo ambiente onde possam ser felizes e produtivas.

 
Domenico de Masi (foto acima) em seu livro "ÓCIO CRIATIVO*" mostra como chegar lá.

 
Domenico de Masi ganhou notoriedade mundial ao divulgar sua teoria sobre o poder criativo do ócio. Segundo ele, as pessoas devem aprender a ocupar o seu tempo livre com atividades que tragam prazer e agreguem valor. Para falar da teoria de Domenico é preciso destacá-lo do rol dos alarmistas do futuro ou do fim do emprego. Sua visão e teoria buscam realçar o que temos de melhor: a capacidade de criação e inovação.

Para o autor, estamos vivendo uma nova ordem econômica em que as pessoas irão viver mais devido a avanços tecnológicos e científicos, prolongando a vida das pessoas. Porém temos que mudar, porque ainda trabalhamos e vivemos da mesma forma que 100 anos atrás. O trabalho, hoje, segundo Domenico, nos leva para uma reavaliação sobre a localização, pois não precisaremos estar no local físico da empresa para executarmos atividades produtivas. Hoje há empresas deixando seus empregados trabalhando em casa, no conceito "Home Office".

 
Na educação, há necessidades de mudanças, pois a escola atual prepara as pessoas para o mercado de trabalho no modelo da sociedade industrial. Temos ainda muito que fazer nas áreas de ensino e aprendizagem, saindo do formato tradicional para um modelo espacial e virtual.
Nós só iremos atingir um nível melhor de bem estar e felicidade quando entendermos e nos darmos o luxo de ter nas atividades criativas o nosso maior tempo gasto, nas quais trabalho formal e tempo livre convivam bem e se confundam.

Para atingir esse grau, devemos passar por um processo de mudanças comportamentais, culturais e políticas. O autor fala que o Brasil é o país que está mais preparado no mundo, pois temos algumas das maiores qualidades para a mudança: sensualidade, espontaneidade, alegria e hospitalidade.

 

Conclusão

 

A proposta do ócio criativo como uma ferramenta para o aprimoramento pessoal fora do trabalho é uma das mais belas teorias já produzidas, cuja efetivação é possível, pois cada vez mais nos deparamos com a necessidade de compor o nosso conhecimento e desenvolvimento pessoal com atividades que agreguem valor, prazer e qualidade de vida, pois como diz Domenico - "A criatividade não é só ideias, é unir fantasias com concretizações". Saber o que fazer com o tempo livre é construir um mundo novo no qual exercitaremos o corpo e a mente, reencontraremos os amigos, a família e reinventaremos a coletividade. Domenico mostrou a saída, - "Tornar o ócio uma atividade produtiva".

Conhece algum invejoso? Como identificá-los?


O que é inveja?

A inveja é um sentimento intrigante. Apesar de todos nós o experimentarmos, ninguém gosta de reconhecer quando o está sentindo. Afinal, é um sentimento controverso: indica que algo positivo desperta algo negativo.

O Novo Dicionário Aurélio explica: “Inveja é o desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem. Um desejo violento de possuir o bem alheio”. Já o Dicionário de Psicologia Dorsch esclarece: “A inveja pertence aos sentimentos intencionais. É uma insatisfação, o aborrecimento com a alegria do outro”. Portanto, aquilo que é invejável é encarado como algo de muito valor.

Bem, creio que por mais definições científicas ou linguísticas, psicológicas ou filosóficas sobre esse tipo de sentimento, não conseguirei expressar a lamentação que sinto ao saber que pessoas próximas vivem esse dilema.

Há muita gente que escreve e descreve sobre a inveja. Uma delas me veio à cabeça. Alguém se lembra de “A Raposa e as Uvas”? Não estou falando da música do rei Reginaldo Rossi, que eu cantava ao lado da minha mãe, quando menino. Refiro-me fábula atribuída a Esopo. Impossibilitada de ter acesso às uvas, a raposa começou a tecer considerações sobre a falta de valor dos frutos, o fato de estarem verdes.

A inveja dirigiu-se aos frutos, isto é, à criatividade da árvore, àquilo que ela pode oferecer e criar. A ideia de “frutos” permite que se lembre a inveja da obra do outro, de suas ideias, de seu trabalho e de sua capacidade de criar obras de arte ou científicas.

Vamos imaginar uma conversa entre pessoas que estão jogando papo fora. Do nada, alguém começar a falar das coisas boas que estão lhe acontecendo. Quantos rostos e mentes diferentes surgem naquele momento! Poucos expressam interesse real e se regozijam com sinceridade. A maioria irá sentir inveja, mesmo que não se dê conta.

 
Imaginemos, também, a seguinte situação:

Dois casais. Um rico e um modesto. O rico tem dinheiro, mas, poucas vezes, tem consciência de como viver com o que possui. O modesto, por sua vez, consegue viver plenamente a sua vida, aproveitando o que de melhor lhes é permitido.

O casal rico possuem carros. O casal modesto, com muito esforço, compra um carro. Como o carro do casal modesto é mais moderno, bonito e mais caro do que um dos carros do casal rico, o homem rico vendo um dos seus carros modestos e compra um carro mais caro, da moda.

A inveja é um sentimento que pode ocasionar as mais diversas brigas e no trabalho não é diferente. A cobiça por cargos mais altos fora dos limites torna a convivência muito complicada e dificulta os relacionamentos.

É possível driblar os efeitos dos invejosos e conseguir manter a calma na hora das provocações. Para isso, é necessário que a pessoa consiga controlar suas emoções e principalmente não ceder às provocações.

A inveja em muitos casos é causada pela ascensão de alguns e estagnação de outros. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materiais como qualidades inerentes ao ser) e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor.

 

Veja abaixo relação de sintomas:

- O invejoso é frustrado, se incomodando com o sucesso do outro.
- O invejoso tem baixa autoestima.
- O invejoso enxerga mais as qualidades do outro que as suas.
- O invejoso passa o tempo todo se comparando com o outro.
- O invejoso atrapalha a produção do outro.
- O invejoso tenta diminuir as realizações do outro.

 

Como lidar com tudo isso? Como viver com os invejosos?

Ignore-os. Sim, é mais fácil dizer do que fazer. Mas, na verdade, pense nisso! Você quer estragar sua compostura, a paz de espírito e humor jovial pensando nessas pessoas invejosas? Por que se preocupar? Use o seu tempo, energia positiva e talentos para buscas mais produtivas, e você não será capaz de fazer isso até que você aprenda a se desapegar, ignorando as travessuras deles. Eles não valem o esforço.

Retorne o mau comportamento deles com o bem. Nada extingue fogo como a água! As pessoas bem sucedidas não só ignoram malícia – eles pegam essas oportunidades para converter os seus inimigos em amigos. A melhor maneira de fazer isso - e a mais difícil – é fazendo o bem a essas pessoas, assim que tiver a oportunidade.

Nunca se rebaixe ao nível deles! Não se combate fogo com fogo. Se você começar a devolver olho por olho, você não é melhor do que eles. Dois negativos, não fazem um positivo. Não recorra à vingança, não importa o quanto você pode ser tentado. Alguns fofoqueiros poderiam te induzir a lutar, dizendo: "Você ouviu o que [pessoa invejosa] disse sobre você?". Ignore essas tentativas de guerra, os outros apenas querem ser entretidos por sua conta. Irá tornar a situação ainda pior.

É importante perceber que cada um de nós vai conseguir o que está destinado para nós. Se manter constantemente a par das aquisições dos outros e copiar o que eles têm, se perguntando porque você não tem isso, só irá resultar na destruição de nossa própria paz de espírito e felicidade pessoal.

Se contente com o que você tem e quem você é. Trabalhe duro para fazer o que você ama. Pensamentos positivos e sinceridade pelos outros levam a boa saúde e bom humor!

quinta-feira, 21 de março de 2013

As 90 cidades brasileiras que já têm a educação do futuro

Fórmula matemática avançada: os alunos no 5º ano ainda não conseguem resolvê-la,
mas estas cidades estão fazendo com que eles possam fazê-lo no futuro
Considerando apenas a rede pública de ensino, esses são os únicos 90 municípios, entre mais de 5,5 mil, que cumprem hoje metas esperadas de todo o país para 2022.

As 90 cidades listadas nesta matéria cumprem hoje um requisito que é esperado dos demais municípios brasileiros apenas em 2022, ano em que se comemora o bicentenário da independência do país: ter ao menos 70% dos alunos no 5º ano do ensino fundamental com o aprendizado esperado em português e matemática.

No Brasil de hoje, apenas 37% dos estudantes podem dizer o mesmo em língua portuguesa e 33% na resolução de problemas envolvendo números.

A meta foi instituída e é acompanhada anualmente pelo Todos pela Educação, com base em uma escala de aprendizado com vasta aceitação entre estudiosos.

Dos 27 estados e o DF, apenas nove têm cidades que já hoje cumprem tais requisitos. Vale ressaltar, porém, que quando a avaliação chega ao 9º ano, nenhuma cidade do Brasil atinge 70% nas duas disciplinas, situação ainda pior no ensino médio.

Para se chegar aos 70%, soma-se o desempenho dos alunos que aprenderam o adequado e daqueles que se excederam – foram ainda melhor que o esperado - na Prova Brasil, aplicada pelo governo federal.

Os dados se referem a 2011 e foram levantados pela Fundação Lemann com base na plataforma de dados educacionais qEdu.
 
CidadeEstadoNº total de alunos no 5º ano% dos que aprenderam Matemática% dos que aprenderam Português
MucamboCE22582,10%76,60%
SobralCE2.53581,90%74,30%
Alfredo ChavesES9173,10%71,60%
CorumbaíbaGO9075,80%73,80%
ItaúcuGO4170,60%73,10%
Três RanchosGO2180,00%85,00%
AiuruocaMG6582,40%88,70%
AlagoaMG3574,30%71,40%
ArapuãMG4681,30%72,80%
CapetingaMG8586,50%80,50%
CarvalhópolisMG6794,50%76,30%
ClaravalMG7598,70%97,30%
Conceição da AparecidaMG13491,50%81,00%
DescobertoMG4791,20%91,10%
Desterro do MeloMG5186,50%73,10%
Dores do TurvoMG4684,80%82,60%
DouradoquaraMG2490,90%81,80%
GonçalvesMG5891,20%76,20%
GuimarãniaMG12573,90%74,70%
Iraí de MinasMG8671,50%72,40%

PARA MIS AMIGOS Y AMIGAS DE TODAS LAS CRENCIAS Y ACTIVIDADES SOCIALES.


El pasado 21 de febrero de 2013 asistí a una brillante conferencia de prensa en el auditorium del periódico Estadão, en San Pablo de la periodista cubana  Yoani Sánchez, que ha recibido el premio "ORTEGA " y "GASSET DEL PERIODISTA"
La golondrina cubana llegó a Brasil unos días antes de esta conferencia, estuvo en Recife, Bahía, Brasilia y después en São Paulo, fue recibida con aplausos por unos y críticas por otros, se produjeron encuentros pocos agradables, ya que hubo protestas de grupos izquierdistas, algunos de estos elementos fueron creados por agentes de la seguridad cubana que viajaron especialmente a Brasil para esto y entraron en contacto con algunos miembros del PT, para crear este ambiente.
Ella es una intelectual muy bien preparada ,durante dos horas, ante un público muy especializado y delante de más de 80 periodistas, con cámaras de televisión, tabletas electrónicas, y la internet, respondió a las preguntas más variadas.

Su lenguaje de un alto nivel técnico, con una pronunciación exacta y una dicción impecable se convirtió en un gran mache-te lo primero que explicó su origen humilde de un solar habanero, como pasó necesidades desde niña y como había estudiado, como era trata por el régimen de la familia Castro al no estar de acuerdo con la línea del gobierno.

 
Después se dio a la tarea de explicar las varias preguntas, sin usar en ningún momento notas, SU VOZ ES SU ARMA DE COMBATE, SU INTELIGENCIA ES SU ESCUDO PROTECTOR. Hizo una cuidadosa explicación de la historia político-económica y social de Cuba desde 1959 hasta la actualidad, mientras ella hacía su intervención pasaban por mi cabeza los hechos marcantes, como los campos de concentración realizados en los años 60, las terribles UMAP (Unidades Militares de Ayuda  a la Producción), donde fueron confinados los homosexuales, los jóvenes que gustan de los Beatles y de las personas que no gustan de la revolución.
 
Después pasó a explicar las campañas de orientación maoistas como la ofensiva revolucionaria, la lucha contra los vagos, las campañas de los CDR ( Comité de Defensa de la Revolución) para vigilar a todas las personas que no participan en las actividades de la revolución.
 
Destacó la ineficiencia de la economía socialista en la producción agropecuaria, la decadencia de la producción azucarera  desde 1970 hasta ahora, como se han cerrados y desmantelados los centrales azucareros, la ineficiencia de la producción de alimentos básicos, los fracasos en la Educación y la Salud Pública, pero explico y dejó claro que la red educacional y de salud pública existe en el país, pero faltan los remedios o medicamentos, y la calidad de ambos sectores es muy baja. Habló también de la política sectaria del Partido Comunista de Cuba (PCC)  y como se realizan las elecciones por los barrios, municipios y provincias y como son elegidos los dirigentes del país.

Su físicio es de una mujer pequeña, delgada, con un pelo muy largo, vestida sencillamente, pero su mirada es muy penetrante, con una espiritualidad muy grande, con unos ángeles que la custodian eternamente, pero cuando abre la boca, se mueve y explica sus ideas, su figura se multiplica unas 10 veces, es simpática, agradable, se ríe mucho y tiene un verbo es su palabra muy fuerte.

Hay que destacar que ella ha tenido la suerte de encontrar a un Don Quijote brasileño, el señor Eduardo Suplecy, senador del PT (Partido de los Trabajadores), que hizo todas las gestiones internacionaleds para que ella pudiera ir a Brasil y realizan sus conferencias. Èl es del mismo partido que la presidente de Brasil Dilma Rousseff y del ex- presidente Lula.

Su presencia en Brasil también estaba relacionada con el lanzamiento de un documental sobre los derechos humanos, grabado en Cuba y en Honduras. El documental primero trata este problema en Cuba y muestra a  Yoani en su casa caminando con una muleta después de ser agredida por las hordas cubanas. Aparecen varias escenas con las damas de blanco y sus manifestaciones por las calles cubanas y las agresiones que reciben. Las escenas son aterradoras y manifiestan las formas de actuar del gobierno cubano. La segunda parte, mucho menor trata los problemas de Honduras.
 
Después de Brasil, la golondrina cubana tenía una programación extensa hasta fines de marzo que incluyen , visitas a la República Checa, Alemania, Francia, México y Estados Unidos, donde estaría unos días de vacaciones con su hermana en Miami y conociendo a un pequeño sobrino, hijo de su hermana.
 
Ella es una valiente mujer cubana, que ha desafíado al régimen cubano y piensa volver a Cuba a finales de este mes. Pido a todos mis amigos y conocidos que pasen estas notas a otras personas interesadas, pues la táctica del gobierno cubano ahora es desaparecer o crear accidentes u otras variantes para matar o eliminar a los opositores al régímen.
 
Recordemos siempre que la verdad es para decirla no para ocultarla y la internet es la fuerza mayor que existe ahora, antes eran los ejércitos con sus armas y las invasiones masivas, ahora todo esto lo hace la internet, por eso es prohibida en varias países .


Un abrazo fraternal para ustedes, su amigo de siempre Roberto Juan