Livro Primeiras Águas - Poesias

Este é o livro I da série Primeiras Águas.

Campanha Gravatá Eficiente

Fomentando uma nova plataforma de discussão.

A Liberdade das novas idéias começa aqui.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

APENAS REPASSANDO...



Que brinquedinho lindo!




Devolução de Brinquedo fabricado no Brasil

O fabricante do brinquedo LULITA' está fazendo um recall para troca ou devolução do dinheiro devido a uma série de falhas de fabricação listadas abaixo:

1) Falta um dedo
2) Tem a fala presa
3) É mentirosa
4) Só diz “Eu não sabia”
5) Anda de lado
6) Não pára em casa! Só quer viajar para o exterior
7) Só anda em má companhia, com dois outros bonecos encrenqueiros , o “Evo de Coca” e o “Chavez de Petróleo”
8) Não existe na versão movido a pilha, só na movido a álcool.
9) Pode ser adquirido facilmente com utilização de Cartão Corporativo
10) A boneca não presta para nada, mas custa uma fortuna ao contribuinte.


As trocas poderão ser efetuadas em outubro de 2010.
Contribuição: Ayrla Geiza.

O que os alunos não aprendem na Escola, segundo Bill Gates


As dicas abaixo dizem ter sido ditas por Bill Gates, na época Presidente da Microsoft, para alunos de uma escola americana. Fato real ou não as dicas fazem pensar!








1. A vida não é fácil, acostume-se com isso!

2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele antes de sentir-se bem como você mesmo.

3. Você não ganhará R$ 20.000,00 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à sua disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena de você!

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: ‘eles chamam de oportunidade.’

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são ‘ridículos’. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto!

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Iso não se parece com absolutamente nada na vida real. Se pisar na boa, está despedido, RUA!!!. Faça certo da primeira vez.

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão não é vida real! Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.

Marge Simpson será capa da Playboy americana




Em comemoração aos 20 anos de "Os Simpsons", Hugh Hefner, dono da Playboy, resolveu inovar e irá colocar Marge Simpson como capa de novembro da publicação americana. Esta será a primeira vez que uma personagem de desenho animado irá estampar a revista.
"Marge é a garota da casa ao lado que roubou nossos corações há 20 anos e os manteve em cativeiro desde então. Ficamos encantados por saber que ela queria estampar as páginas da nossa revista", escreveu Hefner no editorial. Imagens do ensaio sensual da mulher de Homer Simpson foram divulgadas nesta segunda-feira. Além das fotos, a Playboy promete trazer uma entrevista com Marge e um pôster na página central. O ensaio foi intitulado "O Diabo em Marge Simpson".
Confira abaixo as fotos que caíram na rede




segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Escola Cônego Eugênio Vilanova Recebe Projeto GRAVATÁ SEM DROGAS





Hoje, 19 de Outubro, a nossa escola teve o prazer de receber a terceira etapa do projeto Gravatá sem Drogas. O nosso salão ficou pequeno para acolher os nossos alunos e professores durante as apresentações da tarde.







O Grupo de Teatros formados por alunos das Escolas Gravatá e Cleto Campelo apresentaram uma peça muito interessante. Com linguagem simples e jovem, o grupo contou a história de uma linda garota estudante que envereda pelo mundo das drogas. Álcool, Craque, Cocaina, Cola, Cigarro foram as drogas apresentadas pelo grupo que durante 10 minutos prendeu a atenção dos alunos.






Após a apresentação teatral, os alunos foram encaminhados para uma sala onde receberam uma bela palestra ministrada por um militar engajado no projeto. Foi também um momentos muito rico em aprendizagem para todos os presentes.




TERCEIRA ETAPA DO PROJETO
Gravatá sem Drogas





O projeto é realizado pelo Comando de Policiamento da mata Sul – CPMS em parceria com a Prefeitura de Gravatá e apoio de demais órgãos envolvendo sociedade civil, entidades religiosas, escolas entre outros. É uma iniciativa organizada com o objetivo de promover um enfrentamento às drogas no município, levando informações aos alunos do Ensino Fundamental e Médio sobre os males causados pelo uso de substâncias entorpecentes.







O Careta
Roberto Carlos





Abro a camisa e encaro esse mundo de frente
Olho p'ra vida sem medo sabendo onde vou
Digo que não que não quero
Passo batido, acelero
São outras coisas que mexem com a minha cabeça
Por isso
Esqueça.

Meu grande barato é o cheiro da brisa do mar
Me ligo na onda do rádio do meu coração
Viajo na luz das estrelas
Me sinto feliz só de vê-las
E fico contente de ser
Esse grande careta
Careta
Careta.

Droga quem afinal é você
Que está se entregando e não vê
Que a vida oferece outras coisas
Droga
Por tudo, por nada e porque
Nadar nessa praia pra que?
A vida oferece outras coisas.

Às vezes quem sabe de tudo tem mais pra saber
Que a porta tão larga na entrada se estreita depois
E quando lá dentro se apaga
A luz da estrada perdida
É duro esmurrar as paredes
Buscando a saída
De volta p'ra vida.

Talvez você ache uma droga essas coisas que eu falo
Mas certas verdades nem sempre são fáceis de ouvir
Não custa pensar no que eu digo
Eu só quero ser seu amigo
Mas pense no grande barato de ser um careta
Careta
Careta.

Droga quem afinal é você
Que está se entregando e não vê
Que a vida oferece outras coisas.

Droga, por tudo, por nada e porque
Nadar nessa praia pra que?
Você não merece essas coisas.

20 DE OUTUBRO É PARADA NACIONAL







No dia 15 de outubro de 1827, D. Pedro I baixou um decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. O decreto estabelecia que “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava da descentralização do ensino, do salário dos professores, das matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A ideia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.

Após 182 anos, educadores de todo o país ainda enfrentam problemas por causa do não cumprimento das leis. O Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) é um exemplo. Apesar de ter sido aprovado pelo Congresso Nacional, após amplo debate, e sancionado em julho de 2008, pelo presidente Lula, o PSPN é ignorado por vários estados e municípios porque a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4.167) ajuizada pelos governadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Ceará contra a lei do piso ainda não foi julgada, abrindo a possibilidade aos gestores de a descumprirem por falta de decisão da Justiça.

Neste Dia dos Professores, queremos chamar a atenção da sociedade - principalmente dos ministros do STF - para o importante papel que os educadores desempenham na formação de cidadãos e no desenvolvimento do país. São homens e mulheres dedicados que enfrentam toda a sorte de dificuldades em seu dia a dia, como a falta de estrutura; a violência, cada vez mais presente nas escolas; a baixa remuneração; a falta de reconhecimento, para exercer com dignidade a sua opção de vida, o que sabem fazer de melhor: ensinar.

O voto pela implementação do piso, na forma da lei sancionada pelo presidente Lula, é possibilidade de valorização dos educadores. Mais do que isso: é um voto a favor da qualidade da educação pública brasileira.

A conquista do piso salarial nacional foi um grande passo em direção à valorização dos profissionais da educação, por isso lutaremos até que todos os municípios do país paguem o piso corretamente.
Afinal, lei é lei e tem que ser cumprida.

Professor de Informática da USP - Marco André Vizzortti - fala sobre o Orkut.




O ORKUT apareceu como uma forma de contatar amigos, saber notícias de quem está distante e mandar recados. Hoje está sendo utilizado com o propósito de, creio ser o seu maior trunfo, obter informações sobre uma classe privilegiada da população brasileira.
Por que será que só no Brasil teve a repercussão que teve? Outras culturas hesitam em participar sua vida e dados de intimidade, de forma tão irresponsável e leviana. Por acaso você já recebeu um telefonema que informava que seus filhos estavam sendo seqüestrados? Sua mãe idosa já foi seguida por uma quadrilha de malandros ? Já te abordaram num barzinho, dizendo que te conheciam faz tempo? Já foi a festas armadas para reencontrar os amigos de 30 anos atrás e não viu ninguém?
Pois é... Tá tudo lá. No ORKUT.
Com cinco minutos de navegação

eu sei que quantos filhos você tem, ou se não tem,
se tem namorado/a ,
sei que estuda no colégio tal, ou que trabalha em tal lugar,
sei que freqüenta tais cinemas, tais bares, tais festas ....
sei nome de familiares, sei nome de amigos;
sei sei sei !E o melhor de tudo, com uma foto na mão!
Identifico seu rosto em meio a multidões, na porta do seu trabalho, no meio da rua.
Afinal, já sei onde você está.
É só ler os seus recadinhos. Faço um pedido: Quem quiser se expor assim, faça-o de forma consciente e depois não lamente, nem se desespere, caso seja vítima de uma armação.
,Mas poupe seus filhos, poupe sua vida Íntima. O bandido te ligou pra te extorquir dinheiro também porque você deixou..

A foto dos meninos estava lá.. Teu local de trabalho tava lá.
A foto do hotel 5 estrelas na praia tava lá.
A foto da moto que está na garagem estava lá. Realmente somos um povo muito inocente e deslumbrado. Por enquanto, temos ouvido falar de ameaças a crianças e idosos.
Até que um dia a ameaça será fato real. Tarde demais.

Se você me entendeu, ótimo! Reveja sua participação no ORKUT, ou ao menos suprima as fotos e imagens de seus filhos menores e parentes que não merecem passar por situações de risco que você os coloca.

Oriente seus filhos a esse respeito ,pois colocam dados deles e da família sem pensar em consequências,fazem isso pelo desejo de participar, mas não sabem ou não pensam no perigo de se dar dados pessoais e da família para que qalquer pessoa veja.Se acha que não tenho razão, deve se achar invulnerável.
Informo que pessoas muito próximas a mim e queridas já passaram por dramas gratuitos, sem perceber que tinham sido vítimas da própria imprudência. A falta de malícia para a vida nos induz a correr riscos desnecessários.. Não só de Orkut vive a maioria dos internautas. Temos uma infinidade de portas abertas e que por um descuido colocamos uma informação que pode nos prejudicar. Disponibilizar informações a nosso respeito pode se tornar perigoso ou desagradável.
Portanto, cuidado ao colocar certas informações na Internet.
Não conhecemos a pessoa ou as pessoas que estão do outro lado da rede.
O papo pode ser muito bom, legal.
PS: Passe a todos que você conhece e que utiliza o Orkut, 1Grau, Gazzag, NetQI, Blogs, Flogs, etc..... para que todos tenhamos consciência sobre o assunto e possamos colaborar com a diminuição do crime.


Um abraço, Marco André Vizzortti Professor de Informática da USP
(Universidade de São Paulo)

ATENÇÃO ESTA CAMPANHA
É MUITO IMPORTANTE PARA SUA SEGURANÇA E DE SEUS FAMLIARES

Parlamentares Pernambucanos Processados

Deputados

Armando Monteiro Neto (PTB)
Inquérito 2611 - crimes contra o Sistema Financeiro Nacional

Raul Jungmann (PPS)
Inquérito 2531 – peculato


Silvio Costa (PNM)
Inquérito 2813 – Calúnia

Esta é a relação dos congressistas que respondem a algum tipo de processo ou inquérito no STF

Dedicado a um amigo enfermo





O meu amigo está doente.
Tenho muitos amigos doentes. Por outro lado, muitos doentes são meus amigos e eu sou amiga de todos os meus doentes. Mas neste caso é diferente: tenho, mesmo, um AMIGO doente. Ou antes, o meu AMIGO está doente.



O pior de tudo é sentir-me impotente para fazer com que ele deixe de o estar. NÃO, digo eu, em silêncio, em voz alta, em quase desespero permanente, não ele, não o meu amigo... por favor, pergunto-me inquieta, desolada, numa amargura profunda, o que posso fazer para ajudar?Não quero ter como resposta que não há nada que eu possa fazer.



Há-de haver, sem dúvida, algo com que eu possa, de alguma forma, contribuir para que a dor de se saber doente não o torture, para além de lhe aliviar a dor física tanto quanto me é possível. Já fiz de quase tudo: li-lhe versos de Álvaro de Campos, cantei-lhe ao ouvido músicas doces e ternas, tentei fazê-lo rir com memórias de divertidas aventuras passadas juntos, dancei para ele ao som de uma música tradicional das Astúrias, abri o velho piano (um tanto ou quanto desafinado) da avó e interpretei, no que tentei ser o meu melhor, Diana Krall.



De vez em quando, consigo que lhe aflore ao rosto um sorriso. Isso é, para mim, felicidade! Infelizmente, dura pouco... muito pouco. Logo, logo, estou sentada à sua beira, a afagar-lhe a testa e o que resta dos seus cabelos, outrora sedutoramente fartos e negros. Beijo-lhe os olhos, seco-lhe os suores e as lágrimas e digo disparates "tonterías, si...", rimo-nos, então, os dois, por um momento, damos as mãos, apertamo-las como se pela primeira vez, e os nossos olhos interpenetram-se até sentirmos que conseguimos atingir a alma um do outro.
O meu amigo está doente.



Sou médica, sou humana, sou amiga. Infelizmente não possuo poderes divinos. Noite após noite dou comigo a perguntar: poderá algum deus, se existir, fazer o que não consigo? E mesmo não sendo crente, será que se eu pedir aos deuses todos, ou a um de tantos que há para escolher, para libertar o meu amigo desta doença, ele me ouvirá?
De retorno, oiço o silêncio. Apenas. Pelos vistos, não há respostas para perguntas que não se podem fazer...


Mafalda Coimbra (heterónimo de Maria Carvalhosa).

PARA COMEÇAR A SEMANA


"A CURA ESPIRITUAL"

Comece orando.
A prece é luz na sombra em que a doença se instala.

Semeia alegria.
A esperança é alegria no coração.

Fuja da impaciência.
Toda a irritação é desastre magnético de conseqüências imprevisíveis.

Guarde confiança.
A dúvida deita raios de morte.

Não critique.
A censura é choque nos agentes da afinidade.

Conserve brandura.
A palavra agressiva prende o trabalho na estaca zero.

Não se escandalize.
O corpo de quem sofre é objeto sagrado.

Ajude espontaneamente para o bem.
Simpatia é cooperação.

Não cultive os desafetos.
Aversão é calamidade vibratória.

Interprete o doente qual se fosse você mesmo.
Toda cura espiritual lança raízes sobre a força do amor."

( André Luiz - Chico Xavier).
Missão complicada.
Mas, precisamos começar.

sábado, 17 de outubro de 2009

COMEÇA O HORÁRIO DE VERÃO


A partir da 0h (zero hora) deste domingo (18)), terá início o “o horário verão” em nosso país. Dez estados do Centro-Oeste, Sul e Sudeste e o Distrito Federal terão uma hora a menos ao dia. Serão 126 dias até a meia-noite de 20 de fevereiro de 2010.


O governo federal estima que a economia de energia chegará a 5% nos horários de pico de consumo. A medida foi criada para amenizar as frequentes faltas de energia em diversas regiões do país durante o verão e, assim, aumentar a segurança do sistema elétrico.

Segundo o governo, a economia de energia nas regiões Centro-Oeste e Sudeste está estimada em 1,8 mil megawatts, enquanto a Região Sul deverá ter uma redução no consumo de 500 megawatts. Quem implantou o horário verão em nosso país de forma contínua, foi o ex-Presidente José Sarney, em 1985.

Horário de Verão é a alteração do horário de uma região, designado apenas durante uma porção do ano, adiantando-se em geral uma hora no fuso horário oficial local. O procedimento é adotado costumeiramente durante o verão, quando os dias são mais longos, em função da posição da Terra em relação ao Sol, daí o nome em português, espanhol, alemão e outras línguas. Em inglês, por exemplo, o termo "Daylight saving time" (Horário de economia com luz do dia, em tradução livre) enfatiza a função prática da operação, enquanto em italiano "Ora legale" (Hora legal), destaca o caráter artificial da medida.


A medida foi implementada por decreto do Presidente da República, respaldado legalmente pelo Decreto-Lei nº 4.295, de 13 de maio de 1942.

A idéia de adiantar os relógios para aproveitar melhor as horas de sol foi lançada em 1784 nos Estados Unidos por Benjamin Franklin, numa época em que ainda não existia luz elétrica. Mas sua idéia não sensibilizou o governo norte-americano. Mais tarde, em 1907, William Willett, da Sociedade Astronômica Real tentou persuadir, sem sucesso, a sociedade britânica a adotar a prática. O primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha durante a Primeira Guerra Mundia.

Críticos do horário de verão alegam que a medida afeta o chamado relógio biológico das pessoas, principalmente das mais velhas, com prejuízos à saúde.
Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), "O Horário de Verão tem como objetivo principal a redução da demanda máxima do Sistema Interligado Nacional no período de ponta. Isso é possível, pelo fato da parcela de carga referente à iluminação ser acionada mais tarde, que normalmente o seria, motivada pelo adiantamento do horário brasileiro em 1 hora. O efeito provocado é de não haver a coincidência da entrada da iluminação, com o consumo existente ao longo do dia do comércio e da indústria, cujo montante se reduz após as 18 horas”

Muitos alegam que de nada adianta esse horário, pois muitas luzes são acesas antes do sol nascer, aumentando assim o consumo de energia. Para as crianças que estudam no turno da manhã, é uma verdadeira judiação. Acordam cedo demais, e, segundo consta, o rendimento escolar cai bastante devido a indisposição na aula (o sono). Inúmeros problemas são causados com a diferenciação de horários entre os estados brasileiros. O comércio em uns fecha mais cedo, enquanto em outros permanece por mais uma hora, sendo que em Rondônia, por exemplo, já com a diferença no fuso horário existente, dá-se um diferença de duas horas. O estado fica aguardando o relacionamento comercial entre os outros estados por duas horas. É muito tempo em se tratando de negócios. Gera uma confusão muito grande, para uma economia insignificante.
Fonte:
Edição: José Heraldo Wikipédia e Jornal Braziliense

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

HISTÓRIA DA TATUAGEM


Há mais de 3500 anos atrás, a tatuagem já existia como forma de expressão da personalidade ou de indivíduos de uma mesma comunidade tribal (união de pessoas com as mesmas características sociais e religiosas). Os primitivos se tatuavam para marcar os fatos da vida biológica: nascimento, puberdade, reprodução e morte. Depois, para relatar os fatos da vida social: virar guerreiro, sacerdote ou rei; casar-se, celebrar a vida, identificar os prisioneiros, pedir proteção ao imponderável, garantir a vida do espírito durante e depois do corpo.

Na era Cristã, na clandestinidade, sob o jugo do poder pagão, os primeiros cristãos se reconheciam por uma série de sinais tatuados, com cruzes, as letras IHS, o peixe, as letras gregas. Na era moderna, a tatuagem passou por vários anos de marginalidade. Ela retorna a ser questão de relevância em nossa sociedade quando surge em artistas de música, cinema, e em pessoas comuns.


Deixando de ser um símbolo de marginalidade, e sim uma forma de expressão individual de arte e estética do corpo, a tatuagem não é mais tosca como as de cadeias, e sim um desenho de traços mais finos e cores variadas.

No Brasil, o precursor da tatuagem moderna foi um cidadão dinamarquês chamado Knud Harald Lucky Gegersen, conhecido popularmente como Lucky, ou Mr. Tattoo. Chegando por aqui em 1959, Lucky se estabeleceu em Santos-SP, utilizando seu talento e suas técnicas de desenhista e pintor profissional.

Lucky teve uma participação real no mundo da tatuagem brasileira. Os tatuadores chegam a dizer que por mais imperfeita que seja a tatuagem de Lucky, ela vale muito, pois foi graças ao dinamarquês que o Brasil entrou no mapa da tatuagem moderna. Lucky foi notícia em vários jornais, e em 1975 o jornal O Globo o considerou o único tatuador profissional da América do Sul, sendo sua morte noticiada no Jornal 'A Tribuna" de Santos do dia 18 de dezembro de 1983. Por um bom tempo Lucky continuou sendo o único, até que começaram a aparecer, aos poucos, os seus seguidores, que herdaram dele as técnicas e a arte de fazer tatuagem.

Apesar de toda sua história, o conceito de origem independente se adequa a tatuagem, pois ela foi inventada várias vezes, em diferentes momentos e partes do Mundo, em todos os continentes, com maior ou menor variação de propósitos, técnicas e resultados.

Os Tipos de Tatuagem

Tradicional (tatuagem de marinheiro): São aqueles desenhos tradicionais, como uma âncora ou uma gaivota, aliás, os marinheiros foram os grandes divulgadores da tatuagem pelo mundo.

Sumi: técnica oriental que utiliza bambu au invés de agulha. Geralmente os desenhos são ricos em detalhes.

Realista: desenhos que imitam o mundo real, como mulheres, pássaros e personalidades.

Estilizada: como o próprio nome já diz, são desenhos estilizados.

Alto relevo: muito difundida entre os índios. A pele é dissecada formando desenhos com uma infinidade de cores, praticada principalmente por aborígenes, de origem africana.

Belfaro Pigmentação: a maquiagem definitiva, como delineador, batom, etc.

Celta: desenhos de origem celta com figuras entrelaçadas. Pode ser preta ou colorida. (A MINHA É UM SÍMBOLO CELTA).

Tribal: desenhos em preto ou coloridos com motivos tribais. Podem ser desenhos de tribos norte-americanas, haidas, maias, incas, astecas, geométricas ou abstratas.

Oriental: trabalhos grandes, geralmente de corpo inteiro, como um painel. Os desenhos são com motivos orientais, como samurais, gueixas e dragões.

Psicodélicas: trabalhos supercoloridos com desenhos totalmente senseless.

Religiosas: trabalhos com personagens bíblicos, como um santo, uma cruz, etc.

Bold line: desenhos das histórias em quadrinhos com traços bem largos e cores berrantes.

Branding: tatuagem marcada a ferro e fogo.

Como São Feitas as Tatuagens

As tatuagens são feitas com pigmentos importados de origem mineral, principalmente, e com agulhas específicas para tatuar, sempre descartáveis e nunca reutilizadas (mesmo que seja na própria pessoa).

As máquinas elétricas, preferencialmente, devem ter a ponteira de aço inox cirúrgico e/ou descartáveis, devem ser limpas por ultra som e esterilizadas com estufa a uma temperatura igual ou superior à 170 º C por um período de pelo menos 3 horas.

Os aparelhos de barbear utilizados para depilar o local da tatuagem não devem ser reaproveitados.

O tatuador deve usar luvas e máscara para procedimentos, para evitar uma possível infecção ou até a contaminação por doenças como hepatite, AIDS, tuberculose, esporos patogênicos, bactérias e fungos.

A limpeza do ambiente é fundamental afim de se evitar a contaminação cruzada.

A arte é conseqüência de tudo que o tatuador aprendeu durante anos, este, deve ter pelo menos, a experiência de 5 anos.

HAPPY DIWALI


O Diwali (também transcrito do Deepavali ou Deepawali) é uma festa religiosa hindu conhecida também como o festival das luzes. Durante o Diwali, celebrado uma vez ao ano, as pessoas estreiam roupas novas, dividem doces e estouram rojões e fogos de artifício.



Esse festival celebra o assassinato do malvado Narakasura, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal. O Diwali é um grande feriado indiano, e um importante festival no Hinduísmo, Sikhismo, o budismo, e Jainismo.



Muitas lendas são associados com Diwali. Hoje em dia é comemorado pelos hindus, sikhs e Jains em todo o mundo como o "Festival das Luzes", onde as luzes ou lâmpadas significam a vitória do bem sobre o mal dentro de cada ser humano.



Diwali é comemorado no primeiro dia do mês lunar Kartika, que ocorre no mês de outubro ou novembro, ou seja, eu nasci durante o festival das luzes.

Alunos alienados, Professores desesperados e a Vulgarização da Música nas Escolas



O mestre disse a um dos seus alunos: tu queres saber em que consiste o conhecimento? Consiste em ter consciência tanto de conhecer uma coisa quanto de não a conhecer. Este é o conhecimento.


Confúcio.




Eu fui aluno do antigo ensino primário numa época em que o Brasil vivia o regime militar. Terminei o quarto ano primário aos 9 anos, no ano de 1982. Além das matérias da grade comum, tínhamos aula de Inglês, teatro, dança e música.

As aulas de inglês eram dadas por uma professora que chamávamos de Dona Bibiu e os livros eram em número de seis. Um livro de exercícios, um de leitura e conversação e mais quatro outros com conhecimentos gerais aplicados pelo estudo da língua. Eu na 4ª série lia obras de Shakespeare. Conhecíamos sobre a cultura de diversos países do mundo, cantávamos e representávamos as peças do mestre dramaturgo inglês.

Antes de nos dirigirmos às salas de aula, todos se reuniam num imenso salão. Havia um palco em granito onde os todos os professores ficavam para darem as orientações do dia. Havia a diretora (que não me recordo quem era) e havia um “sensor” que cuidava da disciplina da escola. Desse eu lembro o nome porque o filho dele era meu melhor amigo. Um senhor de voz postada, vibrante, cabelos grisalhos, óculos preto de armação grossa. Chama-se Seu Cecé. Cantávamos os hinos Nacionais e de Pernambuco. Orávamos Ave Maria e o Pai Nosso para em seguida sermos liberados para as nossas respectivas salas.

Além da matéria em sala de aula, “Moral e Cívica” era vista na prática, nos corredores do colégio. As comemorações religiosas e do calendário oficial eram todas vividas pela escola. Na época do carnaval, havia frevo de rua, Capiba, Claudionor Germano, Alceu Valença, Elba Ramalho, Moacir Franco. Havia concurso de máscaras, de fantasias e a “manhã de sol” que sempre era realizada no Clube Estrela. No são João o forró do Rei do Baião era lei. Jorge de Altinho, Alcymar Monteiro, Marines e Sua Gente, Acisão e até Sandro Breker embalavam as quadrilhas juninas, sem modismos, sem compromisso com a estilização. Apenas vivíamos os festejos juninos tipicamente nordestinos. E o natal era a celebração da paz entre todos os homens. Estas as maiores festas do ano letivo da nossa escola.

Saudosismo? Reminiscências de um tempo que não volta mais? Comparatismos entre épocas distintas e distantes?

Talvez sim. Talvez não.

Estas são imagens que jamais se apagaram da minha mente de aluno. E hoje, como professor, vejo quanta coisa mudou. Quantos valores foram sendo substituídos. Quantas coisas foram perdendo o sentido em detrimento ao afrouxamento daquilo que chamávamos de “disciplina”, de “civismo”, de “valorização”, de “respeito”. Parece que tudo que para mim fazia sentido, hoje é visto como ultrapassado, arcaico, obsoleto.

É certo que muitas conquistas foram alcançadas. Muito se sabre sobre a nossa história. Muito se explica do que hoje somos enquanto povo. O Brasil é um país plural. Composto por uma variedade de culturas que historicamente o constituíram, e que o constituem diariamente. Portugueses, índios de várias tribos e nações, negros escravos oriundos de diferentes regiões da África, imigrantes de diversos países da Europa, japoneses, entre outros, foram compondo o nosso mosaico cultural – com seus costumes, suas formas de ser e de pensar o mundo.

A grande extensão do nosso território, com sua variedade de relevo, vegetação, clima e atividade econômica, favoreceu ainda mais a diversidade social e cultural. Por isso, buscar um só Brasil de norte a sul, leste a oeste, é simplificar, reduzir e calar suas múltiplas vozes. No entanto, muitos valores culturais da nossa região, muito da identidade musical artística do povo pernambucano tem sofrido ataques de intrusos que infelizmente aparecem com os modismos e entorpecem as mentes dos nossos alunos.

Esta constatação é feita por diversos educadores pernambucanos. Não estou inventando a roda, claro. Eu me recordo que este ano, durante a minha primeira festa de carnaval na Escola Cônego Eugênio Vilanova, tomei consciência mais apurada de eu realmente estou ultrapassado e meus valores musicais e culturais mais ainda.

Eu me atrevi a colocar um cd ao vivo de Alceu Valença com canções de frevos que ele faz como poucos fizeram até hoje. Não durou uma música. Uma aluna, acompanhada por uma professora, chegou diante de mim e disse:
- Tire essa música professor. Isso é coisa de velho. Ninguém ta gostando “disso”, não!
E a professora endossou:
- A galera quer ouvir marreta “you planeta”!

(sem comentários).

Hoje, 16 de outubro, uma determinada Escola da zona rural comemorou a festa das crianças. Pasmem. A música tocada foi da banda “Djavu”. Confesso desconheço a banda. Quando soube, resolvi procurar no bom e velho Google a tal da banda. No site do YouTube eu encontrei um vídeo da música “Não desliga o telefone”. Ao ouvir a letra da música, como diria seu Lunga, “Meu deu tudo o que não presta”.

Isto é música de se colocar em festa do dia das crianças (de idade escolar primária, em formação), ainda mais dentro de uma escola? E o pior: todo o incentivo e integração foram feitos pela direção da escola. Que tipo de energia, de sensibilização e de emoção estava sendo colocada a tona numa festa exclusivamente infantil?

No meu tempo, ouvíamos Sergio Malandro, Trem da Alegria, Balão Mágico, Abelhudos, Mara Maravilha, Xuxa, Juninho Biu, Dominó, as canções dos personagens como os palhaços Bozo e Carequinha...


Em uma das reportagens maravilhosas da Revista Nova Escola, a manchete trazia: “Trabalhar com música na pré-escola melhora a sensibilidade, o raciocínio lógico e a expressão corporal de seus alunos. E eles vão achar que é pura brincadeira”.

A matéria explicava que a música ajuda a afinar a sensibilidade de seus alunos, aumenta a capacidade de concentração, desenvolve o raciocínio lógico-matemático e a memória, além de ser um forte desencadeador de emoções.

Não é preciso ser um cientista, um grande pesquisador teórico para saber que a música é, reconhecidamente, uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar. Por seu poder criador e liberador, a música torna-se um poderoso recurso educativo a ser utilizado na Pré-Escola que refletirá para o resto de sua vida. A música deve estar tão unida às classes menores, como as flores, as gravuras e as histórias.

Eu sempre defendi a música como ferramenta de aprendizagem e sensibilização dentro da sala de aula. Não só nesse aspecto, mas, também, dos pontos de vistas psicológicos e históricos, sempre encarei a música como aliada da relação entre professor e aluno, em qualquer série ou nível.

Eu entendo que a educação física desenvolve o físico enquanto a música desenvolve a mente, equilibra as emoções proporcionando paz de espírito, na qual o indivíduo pode melhor concentrar em qualquer campo de pesquisa e do pensamento filosófico.

A Universidade da Califórnia em Irvine descobriu que após seis meses tendo aulas de piano, crianças pré-escolares tiveram desempenho 34% melhor em testes de raciocínio tempero-espacial que aquelas que não tiveram, nenhum treino ou aquelas que tiveram aulas de informática.

Pesquisadores acreditam que a música é uma forma superior de ensinar os estudantes primários o conceito de frações. Crianças que estudam música saem-se melhor na escola e na vida, normalmente recebem notas mais altas nos testes de aptidão escolar.

Alunos adolescentes, em colégios com regime de internato, que estudaram música obtiveram 52 pontos mais na parte verbal de seus testes de aptidão escolar e 37 pontos a mais em matemática (89 pontos combinados) que aqueles sem instrução em música.

Platão disse uma vez que a música é “um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”. Agora os cientistas sabem por quê. A música, eles acreditam, treina o cérebro para formas superiores de raciocínio. Será que estas pesquisas foram feitas com musicas de bandas como Marreta You planeta e Dejavú?

No tempo do grande compositor Heitor Villa-Lobos foi introduzida na grade curricular a disciplina de música nas escolas do Brasil. Naquele tempo as crianças cantavam e formavam o Grande Coral apresentando-se em estádios de futebol, centros de convenções e outros especialmente em datas cívicas. Por motivos alheios aos mestres da música, tal disciplina foi mudada para Educação Artística, matéria com várias artes incluindo a música.

Assim a música foi ficando de lado, pois, a maioria dos professores com pouco ou nenhum conhecimento de música, contribuído para a extinção do departamento de música nas escolas e colégios.

O que aconteceu?

O rendimento escolar caiu e o problema de disciplina e de drogas nas escolas aumentou. Segundo um estudo conduzido na Universidade do Texas, alunos de música em idade escolar têm menos problemas com álcool e drogas, são emocionalmente mais saudáveis e se concentram melhor que seus colegas não músicos.

Vendo toda a problemática acima descrita percebemos que já é hora de entendermos a importância de incluirmos músicas que acrescentem valores de paz, se harmonia, que corroborem com o desenvolvimento do ser, do espírito e do cidadão. E isso não é saudosismo.

Por fim, questionamos:

Qual é o papel da escola na formação musical de seus alunos?

Como formar introduzir "música de qualidade" na vida dos alunos, esquecendo dos nossos gostos pessoais?

Quais as músicas que devem ser trabalhadas para cada nível escolar?

É importante resgatar canções de compositores locais e regionais?

Qual a relação entre música e cultura e como explicar isso aos alunos?

E, afinal, o que é música?

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

MINHA PRÓXIMA TATOO



O triskele celta é um elemento geométrico com três esferas sagradas que manifesta e representa a divindade, o princípio e o fim, a eterna evolução, o movimento, a vibração e a perpétua aprendizagem.
É representado com três espirais em movimento, que são a manifestação da energia divina. Transportar este símbolo druidico, é como levar os deuses consigo. (...) É igualmente um simbolo das portas que se abrem para entrar no plano energético dos deuses. (...)
Mas o triskele pode ter diferentes significados: a tripla manifestação da energia divina - Força, Sabedoria e Amor - que se relaciona com as 3 classes sociais dos antigos celtas: Guerreiros, Druidas e Produtores.
Pode igualmente representar a Água, o Céu e a Terra que com o seu movimento se reúnem todos no 4º elemento, o Fogo, representado pelo círculo k os envolve. (...) Pode ainda representar as 3 manifestações que tornam possivel a evolução humana: Corpo, Alma e Mente.
Em suma, quem possuir um triskele pode escolher a representação que melhor se adapte ao seu eu interior.
GOSTARAM?
BOM, ESTA É A MINHA NOVA TATOO.

A QUEM EDUCA




Educa quem educará. E quem aprender a perder: Quem cuja obra permanecer muito depois do momento de educar. Educar é perder as batalhas do imediato. Menos a do amor.
É abrir mão da pretensão do reconhecimento e saber que quando vier – se vier – já tempo não haverá para receber o agasalho de sua manifestação. É aceitar perdurar apenas na lembrança.
É perder porque, em qualquer sistema o verdadeiro educador estará ameaçando algo, até mesmo tudo em que acredita. O verdadeiro educador é o que acompanha as mutações da vida, dos tempos, dos comportamentos.
É quem logo vê o abismo de imperfeições implícito no próprio ato de educar. Sabe que educar é educar-se a cada dia. E é ser capaz de eqüidistância de esquemas, sistemas ou fórmulas infalíveis, ilusões de verdade últimas das coisas.
Educo hoje com valores adquiridos ontem, pessoas que são o amanhã. Os valores de ontem, percebo alguns. Dos de amanhã não sei. Educo com os de ontem (os de minha formação?). Perderei os hoje e os amanhãs.
Educo com os de hoje? Perderei o que havia de sólido nos de ontem e nada farei pelo de amanhã, que serão outros. Educo com os de amanhã? Em nome do quê? Da minha precária maneira de conceber um amanhã que escapa pelos vãos do meu cérebro?
Se só uso os de ontem, não educo: condiciono. Se só uso os de hoje, não educo, complico. Se uso os de amanhã, não educo: faço experiências à custa das crianças. Se uso os três, sofro. Mas educo. Imperfeito, mas correto. Por isso educar é perder sem perder-se. Sempre.
É ameaçar o estabelecido. Mas é também integrar: Viver as perplexidades das mutações; conviver honradamente com as angústias e incertezas; ir dormir cravado de dúvidas, mas ter sensibilidade para distinguir o que muda do que é apenas efêmero; o que é permanente do que é reacionário.
É dormir assim e acordar renovado pelo trabalho interior; e poder devolver segurança, fé, confiança, formas éticas de comportamento, o verdadeiro sentido de independência e liberdade, e os deveres sociais consigo mesmo, com o próximo.
Aprender a fazer a parte que lhe cabe num esforço comum.


Artur da Távola

AOS MEUS COMPANHEIROS, AMIGOS, PROFESSORES


Anjos Da Guarda
Música de Lecy Brandão

Professores
Protetores das crianças do meu país
Eu queria, gostaria
De um discurso bem mais feliz
Porque tudo é educação
É matéria de todo o tempo
Ensinem a quem sabe tudo
A entregar o conhecimento
Na sala de aula
É que se forma um cidadão
Na sala de aula
Que se muda uma nação
Na sala de aula
Não há idade, nem cor
Por isso aceite e respeite
O meu professor
Batam palmas pra ele
Batam palmas pra ele
Batam palmas pra ele
Que ele merece...



Aos amigos que agora vieram a mente e que cito os nomes e aos que não estão aqui citados, mas guardados na minha mente, minha modesta homenagem:

Professora kelia Cruz - ESCOLINHA DA SERRA
Professora Kelma Cruz - JP
Professora Sueli - ESCOLA DA SERRA
Professora Patricia - ESCOLA DA SERRA
Professora Marcia - ESCOLA DA SERRA
Professora Cristina - JP
Professora Roseni- CÔNEGO EUGÊNIO VILANOVA
Professora Roseli - CÔNEGO EUGÊNIO VILANOVA
Professora Sunamita - JK
Professoras Leide e Cleide - CÔNEGO (DIREÇÃO)
Professora Suzan Kelly - EPAF
Professora Hialene - EPAF (DIREÇÃO)
Professora Maria Lima - CÔNEGO EUGÊNIO VILANOVA
Professora Adriana Simões - JP
Professora Inês - ODIP
Professora Roseane - JP
Professora Laudicéia - ESCOLA DA SERRA
Professora Maria Célia - JK
Professora Clécia - ESCOLA CLETO CAMPELO
Professor Ronaldo Assis - CÔNEGO
Professor Hamilton - CÔNEGO
Professor Jackson - JK
Professor Cristiano - SELESIANAS
Professor Luiz - ESCOLA JOSE BATISTA (AVENCAS)...



DEVO TER ESQUECIDO DE ALGUÉM.
VOCÊ LEMBRA DE ALGUM NOME?
ME ESCREVE. QUERO ACRESCENTAR À LISTA.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

QUAL A PROFISSÃO MAIS IMPORTANTE DO MUNDO?




Num tempo não muito distante do nosso, a humanidade ficou tão caótica que os homens fizeram um grande concurso. Eles queriam saber qual a profissão mais importante da sociedade. Os organizadores do evento construíram uma grande torre dentro de um enorme estádio com degraus de ouro, cravejados de pedras preciosas. A torre era belíssima. Chamaram a imprensa mundial, a TV, os jornais, as revistas e as rádios para realizarem a cobertura. O mundo estava plugado no evento.

No estádio, pessoas de todas as classes sociais se espremiam para ver a disputa de perto. As regras eram as seguintes: cada profissão era representada por um ilustre orador. O orador deveria subir rapidamente num degrau da torre e fazer um discurso eloqüente e convincente sobre os motivos pelos quais sua profissão era a mais importante da sociedade moderna. O orador tinha de permanecer na torre até o final da disputa. A votação era mundial e pela Internet. Nações e grandes empresas patrocinavam a disputa. A categoria vencedora receberia prestígio social, uma grande soma em dinheiro e subsídios do governo.

Estabelecidas as regras, a disputa começou. O mediador do concurso bradou: “O espaço está aberto!”. O psiquiatra subiu na torre e a plenos pulmões proclamou: “As sociedades modernas se tornarão uma fábrica de estresse. A depressão e a ansiedade são as doenças do século. As pessoas perderam o encanto pela existência. Muitas desistem de viver. A indústria dos antidepressivos e dos tranqüilizantes se tornou a mais importante do mundo.”

Em seguida
, o orador fez uma pausa. O público, pasmo, ouvia atentamente seus argumentos contundentes. O representante dos psiquiatras concluiu: “O normal é ter conflitos, e o anormal é ser saudável. O que seria da humanidade sem os psiquiatras? Um albergue de seres humanos sem qualidade de vida! Por vivermos numa sociedade doentia, declaro que somos, juntamente com os psicólogos clínicos, os profissionais mais importantes da sociedade!”

No estádio reinou um silêncio. Muitos na platéia olharam para si mesmos e perceberam que não eram alegres, estavam estressados, dormiam mal, acordavam cansados, tinham uma mente agitada, dores de cabeça. Milhões de espectadores ficaram com a voz embargada. Os psiquiatras pareciam imbatíveis.

Em seguida, o mediador bradou: O espaço está aberto!”. O representante dos magistrados — os juizes de direito foram os próximos a falar. Ele subiu num degrau mais alto e num gesto de ousadia desferiu palavras que abalaram os ouvintes: “Observem os índices de violência! Eles não param de aumentar. Os seqüestros, assaltos e a violência no trânsito enchem as páginas dos jornais. A agressividade nas escolas, os maus-tratos infantis, a discriminação racial e social fazem parte da nossa rotina. Os homens amam seus direitos e desprezam seus deveres.”

Os ouvintes menearam a cabeça, concordando com os argumentos. Em seguida, o representante dos magistrados foi mais contundente: “O tráfico de drogas movimenta tanto o dinheiro como o petróleo. Não há como extirpar o crime organizado. Se vocês querem segurança, aprisionem-se dentro de suas casas, pois a liberdade pertence aos criminosos. Sem os juizes e os promotores, a sociedade se esfacela. Por isso, declaro, com o apoio dos promotores e do aparelho policial, que representamos a classe mais importante da sociedade.”

Todos engoliram em seco essas palavras. Elas perturbavam os ouvidos e queimavam na alma. Mas pareciam incontestáveis. Outro momento de silêncio, agora mais prolongado. Em seguida, o mediador, já suando frio, disse: “O espaço está novamente aberto!”.

Um outro representante mais intrépido subiu num degrau mais alto da torre: o representante das forças armadas. Com uma voz vibrante e sem delongas, ele discursou: “Os homens desprezam o valor da vida. Eles se matam por muito pouco. O terrorismo elimina milhares de pessoas. A guerra comercial mata milhões de fome. A espécie humana se esfacelou em dezenas de tribos. As nações só se respeitam pela economia e pelas armas que possuem. Quem quiser a paz tem de se preparar para a guerra. Os poderes econômico e bélico, e não o diálogo, são os fatores de equilíbrio num mundo espúrio.”

Suas palavras chocaram os ouvintes, mas eram inquestionáveis. Em seguida, ele concluiu: “Sem as forças armadas, não haveria segurança. O sono seria um pesadelo. Por isso, declaro, quer se aceite ou não, que os homens das forças armadas não são apenas a classe profissional mais importante, mas também a mais poderosa.”

A alma dos ouvintes gelou. Todos ficaram atônitos. Os argumentos dos três oradores eram fortíssimos. A sociedade tinha se tornado um caos. As pessoas do mundo todo, perplexas, não sabiam qual atitude tomar: se aclamavam um orador, ou se choravam pela crise da espécie humana, que não honrou sua capacidade de pensar. Ninguém mais ousou subir na torre. Em quem votariam?

Quando todos pensavam que a disputa havia se encerrado, ouviu-se uma conversa no sopé da torre. De quem se tratava? Desta vez eram os professores. Havia um grupo deles da pré-escola, do ensino fundamental, do médio e do universitário. Eles estavam encostados na torre dialogando com um grupo de pais. Ninguém sabia o que estavam fazendo. A TV os focalizou e projetou num telão. O mediador gritou para um deles subir na torre. Eles se recusaram. O mediador os provocou: Sempre há covardes numa disputa.” Houve risos no estádio. Fizeram chacota dos professores e dos pais.

Quando todos pensavam que eles eram frágeis, os professores, com o incentivo dos pais, começaram a debater as idéias, permanecendo no mesmo lugar. Todos se faziam representar. Um dos professores, olhando para o alto, disse para o representante dos psiquiatras: “Nós não queremos ser mais importantes do que vocês. Apenas queremos ter condições para educar a emoção dos nossos alunos, formar jovens livres e felizes, para que eles não adoeçam e sejam tratados por vocês.”

O representante dos psiquiatras recebeu um golpe na alma. Em seguida, um outro professor que estava no lado direito da torre olhou para o representante dos magistrados e disse: “Jamais tivemos a pretensão de ser mais importantes do que os juizes. Desejamos apenas ter condições para lapidar a inteligência dos nossos jovens, fazendo-os amar a arte de pensar e aprender a grandeza dos direitos e dos deveres humanos. Assim, esperamos que jamais se sentem num banco dos réus.”

O representante dos magistrados tremeu na torre. Uma professora do lado esquerdo da torre, aparentemente tímida, encarou o representante das forças armadas e falou poeticamente: “Os professores do mundo todo nunca desejaram ser mais poderosos nem mais importantes do que os membros das forças armadas. Desejamos apenas ser importantes no coração das nossas crianças. Almejamos levá-las a compreender que cada ser humano não é mais um número na multidão, mas um ser insubstituível, um ator único no teatro da existência.”

A professora fez uma pausa e completou: “Assim, eles se apaixonarão pela vida, e, quando estiverem no controle da sociedade, jamais farão guerras, sejam guerras físicas que retiram o sangue, sejam as comerciais que retiram o pão. Pois cremos que os fracos usam a força, mas os fortes usam o diálogo para resolver seus conflitos. Cremos ainda que a vida é obra-prima de Deus, um espetáculo que jamais deve ser interrompido pela violência humana.”

Os pais deliraram de alegria com essas palavras. Mas o representante do judiciário quase caiu da torre. Não se ouvia um zumbido na platéia. O mundo ficou perplexo. As pessoas não imaginavam que os simples professores que viviam no pequeno mundo das salas de aula fossem tão sábios. O discurso dos professores abalou os líderes do evento.

Vendo ameaçado o êxito da disputa, o mediador do evento disse arrogantemente: “Sonhadores! Vocês vivem fora da realidade!”. Um professor destemido bradou com sensibilidade: “Se deixarmos de sonhar, morreremos!”.

Sentindo-se questionado, o organizador do evento pegou o microfone e foi mais longe na intenção de ferir os professores: “Quem se importa com os professores na atualidade? Comparem-se com outras profissões. Vocês não participam das mais importantes reuniões políticas. A imprensa raramente os noticia. A sociedade pouco se importa com a escola. Olhem para o salário que vocês recebem no final do mês!”.

Uma professora
fitou-o e disse-lhe com segurança: “Não trabalhamos apenas pelo salário, mas pelo amor dos seus filhos e de todos os jovens do mundo”.

Irado, o líder do evento gritou: “Sua profissão será extinta nas sociedades modernas. Os computadores os estão substituindo! Vocês são indignos de estar nesta disputa”. A platéia, manipulada, mudou de lado. Condenaram os professores. Exaltaram a educação virtual. Gritaram em coro: “Computadores! Computadores! Fim dos professores!” O estádio entrou em delírio repetindo esta frase. Sepultaram os mestres. Os professores nunca haviam sido tão humilhados.

Golpeados
por essas palavras, resolveram abandonar a torre. Sabem o que aconteceu? A torre desabou. Ninguém imaginava, mas eram os professores e os pais que estavam segurando a torre. A cena foi chocante. Os oradores foram hospitalizados.
Os professores tomaram então outra atitude inimaginável: abandonaram, pela primeira vez, as salas de aula. Tentaram substituí-los por computadores, dando uma máquina para cada aluno. Usaram as melhores técnicas de multimídia. Sabem o que ocorreu? A sociedade desabou. As injustiças e as misérias da alma aumentaram mais ainda. A dor e as lágrimas se expandiram.
O cárcere da depressão, do medo e da ansiedade atingiu grande parte da população. A violência e os crimes se multiplicaram. A convivência humana, que já estava difícil, ficou intolerável. A espécie humana gemeu de dor. Corria o risco de não sobreviver…

Estarrecidos, todos entenderam que os computadores não conseguiam ensinar a sabedoria, a solidariedade e o amor pela vida. O público nunca pensara que os professores fossem os alicerces das profissões e o sustentáculo do que é mais lúcido e inteligente entre nós. Descobriu-se que o pouco de luz que entrava na sociedade vinha do coração dos professores e dos pais que arduamente educavam seus filhos. Todos entenderam que a sociedade vivia uma longa e nebulosa noite.
A ciência, a política e o dinheiro não conseguiam superá-la. Perceberam que a esperança de um belo amanhecer repousa sobre cada pai, cada mãe e cada professor, e não sobre os psiquiatras, o judiciário, os militares, a imprensa… Não importa se os pais moram num palácio ou numa favela, e se os professores dão aulas numa escola suntuosa ou pobre - eles são a esperança do mundo.

Diante disso
, os políticos, os representantes das classes profissionais e os empresários fizeram uma reunião com os professores em cada cidade de cada nação. Reconheceram que tinham cometido um crime contra a educação. Pediram desculpas e rogaram para que eles não abandonassem seus filhos.

Em seguida, fizeram uma grande promessa. Afirmaram que a metade do orçamento que gastavam com armas, com o aparato policial e com a indústria dos tranqüilizantes e dos antidepressivos seria investida na educação. Prometeram resgatar a dignidade dos professores, e dar condições para que cada criança da Terra fosse nutrida com alimentos no seu corpo e com o conhecimento na sua alma. Nenhuma delas ficaria mais sem escola. Os professores choraram.
Ficaram comovidos com tal promessa. Há séculos eles esperavam que a sociedade acordasse para o drama da educação. Infelizmente, a sociedade só acordou quando as misérias sociais atingiram patamares insuportáveis. Mas, como sempre trabalharam como heróis anônimos e sempre foram apaixonados por cada criança, cada adolescente e cada jovem, os professores resolveram voltar para a sala de aula e ensinar cada aluno a navegar nas águas da emoção.
Pela primeira vez, a sociedade colocou a educação no centro das suas atenções. A luz começou a brilhar depois da longa tempestade…

No final de dez anos os resultados apareceram, e depois de vinte anos todos ficaram boquiabertos. Os jovens não desistiam mais da vida. Não havia mais suicídios. O uso de drogas dissipou-se. Quase não se ouvia falar mais de transtornos psíquicos e de violência.
E a discriminação? O que é isso? Ninguém se lembrava mais do seu significado. Os brancos abraçavam afetivamente os negros. As crianças judias dormiam na casa das crianças palestinas. O medo se dissolveu, o terrorismo desapareceu, o amor triunfou.
Os presídios se tornaram museus. Os policiais se tornaram poetas. Os consultórios de psiquiatria se esvaziaram. Os psiquiatras se tornaram escritores. Os juizes se tornaram músicos. Os promotores se tornaram filósofos. E os generais? Descobriram o perfume das flores, aprenderam a sujar suas mãos para cultivá-las. E os jornais e as TVs do mundo? O que noticiavam, o que vendiam? Deixaram de vender mazelas e lágrimas humanas. Vendiam sonhos, anunciavam a esperança…


Quando esta história se tornará realidade?
Se todos sonharmos este sonho, um dia ele deixará de ser apenas um sonho.

A Impontualidade do amor




Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar.

Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.

Triiiiiiiiiiiimmm!

É sua mãe...

Quem mais poderia ser?

Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada.

Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver.

Por que o amor nunca chega na hora certa?

Agora, por exemplo... ... que você está de banho tomado e camisa jeans.

Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema.

Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.

O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina.

Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos Outros, sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio uma locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida.

O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.

O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste.

Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro.

Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole.

O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.

A primeira lição está dada: ... o amor é onipresente. Agora a segunda: ...

mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. O amor odeia clichês.

Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde... depois de uma discussão e... as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. ...

Idealizar é sofrer !

Amar é surpreender !

Com a palavra... Clarice Lispector






"...Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chancede fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizesnão têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhordas oportunidades que aparecemem seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecema importância das pessoas que passam por suas vidas..."



Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.

domingo, 11 de outubro de 2009

ASSÉDIO MORAL: Vamos nos livrar desse mal em Gravatá




O que a vítima deve fazer?


Resistir: anotar com detalhes toda as humilhações sofridas (dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário).


Dar visibilidade
, procurando a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já sofreram humilhações do agressor.


Organizar. O apoio é fundamental dentro e fora da empresa.


Evitar conversar com o agressor, sem testemunhas. Ir sempre com colega de trabalho ou representante sindical.


Exigir por escrito, explicações do ato agressor e permanecer com cópia da carta enviada ao D.P. ou R.H e da eventual resposta do agressor. Se possível mandar sua carta registrada, por correio, guardando o recibo.


Procurar seu sindicato e relatar o acontecido para diretores e outras instancias como: médicos ou advogados do sindicato assim como: Ministério Público, Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos e Conselho Regional de Medicina (ver Resolução do Conselho Federal de Medicina n.1488/98 sobre saúde do trabalhador).


Recorrer ao Centro de Referencia em Saúde dos Trabalhadores e contar a humilhação sofrida ao médico, assistente social ou psicólogo.


Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para recuperação da auto-estima, dignidade, identidade e cidadania.


Importante:

Se você é testemunha de cena(s) de humilhação no trabalho supere seu medo, seja solidário com seu colega. Você poderá ser "a próxima vítima" e nesta hora o apoio dos seus colegas também será precioso. Não esqueça que o medo reforça o poder do agressor!

Lembre-se:

O assédio moral no trabalho não é um fato isolado, como vimos ele se baseia na repetição ao longo do tempo de práticas vexatórias e constrangedoras, explicitando a degradação deliberada das condições de trabalho num contexto de desemprego, dessindicalização e aumento da pobreza urbana.

A batalha para recuperar a dignidade, a identidade, o respeito no trabalho e a auto-estima, deve passar pela organização de forma coletiva através dos representantes dos trabalhadores do seu sindicato, das CIPAS, das organizações por local de trabalho (OLP), Comissões de Saúde e procura dos Centros de Referencia em Saúde dos Trabalhadores (CRST e CEREST), Comissão de Direitos Humanos e dos Núcleos de Promoção de Igualdade e Oportunidades e de Combate a Discriminação em matéria de Emprego e Profissão que existem nas Delegacias Regionais do Trabalho.

O basta à humilhação depende também da informação, organização e mobilização dos trabalhadores. Um ambiente de trabalho saudável é uma conquista diária possível na medida em que haja "vigilância constante" objetivando condições de trabalho dignas, baseadas no respeito ’ao outro como legítimo outro’, no incentivo a criatividade, na cooperação.

O combate de forma eficaz ao assédio moral no trabalho exige a formação de um coletivo multidisciplinar, envolvendo diferentes atores sociais: sindicatos, advogados, médicos do trabalho e outros profissionais de saúde, sociólogos, antropólogos e grupos de reflexão sobre o assédio moral.

Estes são passos iniciais para conquistarmos um ambiente de trabalho saneado de riscos e violências e que seja sinônimo de cidadania.




O uso deste material é livre, contanto que seja respeitado o texto original e citada a fonte: