quinta-feira, 28 de maio de 2009

PT que o pariu:




Luís Inácio que o povo desconhece em 11 capítulos

*Trechos retirados do livro Viagens com o Presidente

Capítulo 1

A euforia da campanha ainda contagia os primeiros meses de governo. Tudo é novidade, tanto para Lula como para a população. O presidente, ao lado de seguranças e assessores, segue para cumprimentar as pessoas que o aguardam atrás de uma cerca de arame farpado do aeroporto. Lula não quer nem saber. Sob um sol de rachar, abraça, beija, toca e se deixa tocar. Molhado de suor olha para o ajudante-de-ordem e lhe pede uma toalha – branca e felpuda peça obrigatória nas viagens presidenciais.
- Espere um pouco, presidente, vou buscá-la no avião – responde meio sem jeito o funcionário do Planalto, que sai em disparada pela pisa do aeroporto para cumprir a ordem do presidente.
Ainda ao lado da cerca, Lula não se contém com a cena. Em quanto observa a rapidez de um ajudante-de-ordem absolutamente fora de forma, o presidente cai na gargalhada e faz um comentário rápido e rasteiro a um de seus seguranças:
- Olha lá o bundão, olha lá. Olha o bundão correndo para pegar minha toalha.
Pág. 63


Capítulo 2

Lula se aproxima de seu assessor para assuntos internacionais, o professor universitário Marco Aurélio Garcia, e diz na maior descontração:
- Marco Aurélio, eu já mandei você tomar no cu hoje?
Pág. 71

Capítulo 3

No gabinete, no terceiro ano de governo, um embaixador apresentou a Lula três páginas com informações que poderiam ser usadas num discurso que o presidente faria a um chefe de Estado da Ásia.
- Presidente, se Vossa Excelência quiser, posso adensar mais dados aqui.
Lula fixou o olhar no diplomata e disparou:
- Pó, você acha que sou babaca de ler tudo isso? Resumo isso em três ou quatro coisas e chegando lá eu improviso o resto.
*(Artigo de Mirian Leitão sobre o assunto n’O Globo - pág.20 com o titulo: HOJE SE IMPROVISA)
Pág. 44
Capítulo 4

(Final de 2005, encontro do Mercosul) No meio do encontro, fechado à imprensa, Lula pede que auxiliares distribuam aos presentes uma cartilha preparada pelo Planalto sobre investimentos e projetos brasileiros para os países que integram a área de livre-comércio. O ajudante-de-ordem admite que esqueceu o material na bagagem da comitiva. Lula não explode de pronto. Segura a raiva e a extravasa no intervalo da reunião, quando presidente, ministros, diplomatas e assessores dividem a mesma sala para um rápido cafezinho.
- Cadê as cartilhas, porra? – esbraveja o presidente.
O ajudante tenta se desculpar, meio sem jeito. O presidente está uma fera, elevando o tom de voz na frente de todos. Vermelho de raiva, Lula grita ao mesmo funcionário:
- Como é que não trouxe as cartilhas? Seu incompetente.
Os demais presentes, entre goles de café e mordidas nos lanches argentinos, vêem o auxiliar sair em disparada para providenciar as tais cartilhas.
Pág. 62


Capítulo 5

(Lula) “Não tem muita paciência. Para ele, tudo tem que ser na hora. Costuma estressar-se com auxiliares a qualquer tropeço. Fica nervoso, por exemplo, se vai a algum lugar que não tenha um café expresso à disposição”. (texto dos autores do livro)
pág. 63

Capítulo 6

Comentário de Luís Inácio ao debochar de um repórter:
- Olha aquele repórter do comitê de imprensa. Não está entendendo nada. Ele nem saiu das fraldas ainda e já escreve para jornal grande. Como é que pode uma coisa dessas?
Pág. 142

Capítulo 7

(Num jantar oferecido por Sarney)

“-Pó, o Sarney é foda. Em vez de reunir todo mundo para tirar uma foto, fica nessa de um por um. Eu não posso nem tomar minha cachaça direito. Ainda bem que tenho essa moça para segurar meu copo”.
Lula, então, entrega o copo de uísque a uma segurança.
Pág. 161



Capítulo 8

Lula estava estressado com o avançar da crise. Em todas as viagens escolhia um assessor para descontar a raiva com gritos e cobranças. Era batata. Quando um auxiliar se afastava do presidente de cabeça baixa, os demais sabiam que aquele havia sido enquadrado pelo petista.

Capítulo 9

Ele sobe as escadas do veiculo sem dizer uma única palavra à imprensa. Lá dentro, porém, passa a infernizar a vida do assessor de imprensa escalado para acompanhá-lo naquela viagem.
“- Olha pra mim, porra. Eu estava tentando falar com você lá fora do ônibus, e você só olhando para a imprensa. Quando eu falar é pra olhar pra mim.” – esbraveja o presidente, que mais tarde age como se nada tivesse acontecido.
Pág. 217

Capítulo 10

Num dos raros momentos em que passou a bater papo com deputados e senadores, o presidente foi questionado, em tom de brincadeira, pela senadora Ana Júlia, do PT paraense:
- Presidente, diga para nós. O que existe de fato entre o senhor e o governador sergipano João Alves.
Lula responde:
- Eu sempre quis foder o João Alves. Já fiz aliança com todo mundo lá, com o Albano Franco, com o Almeida Lima. Eu faço aliança com qualquer um para foder o João Alves. Este eu quero foder de qualquer jeito.
Pág. 221

Capítulo 11

A eleição na Câmara entra pela madrugada. Lula não agüenta esperar e vai dormir. Na manhã seguinte, é informado por assessores da vitória do conterrâneo Severino Cavalcanti. Lula não explode no momento em que fica sabendo da derrota petista. Deixa para descontar toda a sua raiva alguns minutos depois, quando recebe das mãos de assessores o discurso que fará sobre o combate mundial à fome. Diante do ministro Celso Amorim e de auxiliares do Planalto e do Itamaraty, o presidente folheia rapidamente a papelada e a arremessa a metros de distância:
“-Enfiem no cu esse discurso, caralho. Não é isso que eu quero, porra. Eu não vou ler essa merda. Vai todo o mundo tomar no cu. Mudem isso, rápido”.
Pág. 249



O brasileiro que vê Luís Inácio – LULA – da silva como homem do povo, generoso, simpático e humilde precisa conhecer o sujeito rude, agressivo que sente prazer em humilhar quem trabalha para ele.

*Viagens com o Presidente foi escrito por Eduardo Scolese e Leonencio Nossa, dois repórteres que acompanharam nosso arrogante PRESIMENTIROSO durante um tempo.

Fico imaginando as humilhações que sofreram e os levaram a escrever este livro.

Este artigo é proibido aos menores de 21 anos.

O exemplo dado por nossos representantes políticos pode causar deficiências dos tipos moral, espiritual e até física. Além disso, não posso permitir que este veículo seja exemplo de divulgação de homens sem honra...

Por outro lado...

...É mais um desabafo de um brasileiro inconformado de sustentar quengas disfarçadas de homens públicos. Oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos. Não de idade, mas de vida pública.
ESTE, FOI O PT QUE PARIU!
fonte: A CASA DA MÃE JOANA - BLOG.

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